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Anticoncepcional pode deixar a mulher ansiosa e depressiva? Tire suas dúvidas

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A pílula anticoncepcional é uma escolha popular entre as mulheres — cerca de 100 milhões de pessoas ao redor do mundo a usam. Não há como negar que ela revolucionou a saúde sexual feminina.

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E você? Já sentiu variação no humor e se sentiu mais ansiosa ou até depressiva com o uso da pílula anticoncepcional?

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E embora os efeitos colaterais (bons e ruins) associados à pílula já sejam de conhecimento da ciência — risco reduzido de câncer de ovário, melhora na saúde da pele, maior chance de câncer de mama — ainda há poucas pesquisas sobre a relação do medicamento com a ansiedade. Por isso, se você sente que o anticoncepcional causa ansiedade , continue lendo.

Anticoncepcional causa ansiedade?

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Hormônios podem ser responsáveis por deixar algumas mulheres mais ansiosas ou depressivas com o uso da pílula

Um estudo publicado no Human Brain Mapping encontrou uma ligação entre a pílula e seu estado mental. Cientistas da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, estudaram 90 mulheres — sendo que 44 delas usavam o medicamento. Os pesquisadores compararam a espessura de diferentes áreas do cérebro entre os dois grupos.

Eles descobriram que duas regiões específicas — o córtex orbitofrontal lateral e o córtex cingulado posterior — pareciam ser mais finas naquelas que tomavam a pílula em comparação com as que não o faziam. E só para você saber: o córtex orbitofrontal lateral é o que nos ajuda a regular as emoções em resposta a estímulos externos; enquanto o córtex cingulado posterior nos ajuda a avaliar nosso estado mental.

Dado que os hormônios sexuais influenciam fortemente o cérebro e o sistema nervoso, faz sentido que a pílula possa ser a razão pela qual algumas mulheres experimentam sintomas de ansiedade e depressão enquanto tomam o anticoncepcional.

Mas calma. O estudo está longe de ser conclusivo, por isso não jogue fora sua cartela de comprimidos ainda.

Geetha Venkat, médica da Harley Street Fertility Clinic, concorda que pode haver um link indireto entre as duas coisas. “Os efeitos colaterais mais comuns da pílula incluem mudanças de humor. Em mulheres com tendências a ansiedade, depressão ou ataques de pânico, isso pode sim aumentar os sintomas e sua gravidade.”

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A pílula pode afetar seu humor?

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Algumas mulheres tem efeitos adversos à pílula anticoncepcional; veja dados

O portal Debrief fez a sua própria investigação sobre a ligação entre a pílula e a saúde mental. Eles questionaram 1.022 leitores com idades entre 18 e 30 anos. E encontraram:

  • 93% das mulheres já haviam tomado ou estavam tomando anticoncepcional via oral;
  • Dessas, 45% sentiram mais os sintomas de ansiedade e 45% os de depressão;
  • 46% disseram que o comprimido diminuiu a libido;
  • 58% acreditavam que a pílula tinha um impacto negativo na sua saúde mental — e apenas 4% acreditavam ter um efeito positivo.

Um estudo da Universidade de Copenhague aparentemente apoia a pesquisa. Eles descobriram que as mulheres que tomavam o anticoncepcional tinham maior probabilidade de receberem um antidepressivo do que aquelas que não utilizavam nenhuma contracepção hormonal.

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Mas a gente sabe que mais estudos precisam ser feitos. E que essa com certeza é uma conversa que precisa de mais argumentos. Portanto, se você experimentou (ou tem um histórico familiar de) ansiedade ou depressão, fale com o seu ginecologista. Você não está sozinha e pode encontrar as novas formas de contracepção além da pílula anticoncepcional.

Fonte: IG Delas
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Entidade americana libera consumo de adoçante por crianças a partir de 2 anos

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O consumo de adoçantes por crianças sempre foi algo questionado e contraindicado. No entanto, na última semana, a Academia Americana de Pediatria defendeu que crianças com mais de dois anos de idade podem consumir edulcorantes não calóricos (ENC), ou seja, adoçantes não calóricos.

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Academia Americana de Pediatria libera o consumo de adoçantes não calóricos para crianças a partir dos 2 anos

O tema foi debatido por especialistas internacionais no LIX Congresso Internacional da Sociedade Mexicana de Nutrição e Endocrinologia. Para Fernando Lavalle, endocrinologista e especialista em diabetes da Universidade Autónoma de Nuevo León e membro da Sociedade Mexicana de Nutrição e Endocrinologia, estudos indicam que os ENC não afetam os níveis de insulina ou glicose.

“Segundo documentos oficiais de órgãos internacionais, os adoçantes são aditivos alimentares seguros e aprovados para consumo”, afirma. Ele ainda garante que esse tipo de adoçante não aumenta o apetite nem o gosto pelo doce.

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A Academia Americana de Pediatria ainda sugere que crianças com doenças como obesidade e diabetes podem se beneficiar com o uso dos adoçantes não calóricos , substituindo o açúcar na alimentação.

Apesar desses posicionamentos, alguns médicos afirmam que é preciso cautela. Para Brian M. Cavagnari, pediatra e doutor em ciências biológicas pela Universidade de Buenos Aires, há um grande desconhecimento sobre os riscos dos aditivos alimentares.

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“É um erro falar em geral sobre os edulcorantes não calóricos como um todo, porque são feitas análises toxicológicas a cada um deles para observar sua absorção, metabolismo e eliminação do corpo”, pontua o especialista.

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Para ele, é preciso analisar caso a caso. “Há várias limitações nos estudos pós-comercialização: 83% das pesquisas foram realizadas apenas em bebidas com edulcorantes, sem muitos dados empíricos que considerem outros tipos de produtos. Além disso, existem poucas informações sobre as tendências atuais de consumo e a maioria dos estudos não discrimina o tipo de adoçante utilizado”, finaliza.

Fonte: IG Delas
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Brasil Eco Fashion Week: o maior evento de moda sustentável da América Latina

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No final de semana do dia 16 de novembro aconteceu na Unibes Cultural em São Paulo o Brasil Eco Fashion Week – maior evento de moda sustentável da América Latina! O evento teve a duração de 3 dias e contou com diversas palestras, workshops, ótimas oportunidades de negócios e desfiles que colocaram em pauta novas propostas sustentáveis para  a sociedade e a indústria da moda.

Ocupando a 2ª posição no ranking das mais poluentes do mundo, a indústria da moda é responsável por descartar um caminhão de resíduos têxteis por segundo. É preciso entender que a moda vai muito além das roupas que usamos; A moda é um veículo de mudança, liberdade de expressão e ferramenta de autoconhecimento.

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Estamos em busca de um estilo de vida equilibrado, com boa saúde, alimentação, exercícios e pensamentos positivos. Mas é necessário trazer este equilíbrio também para o que consumimos e vestirmos, devemos ter consciência da realidade que nos cerca e nos conectar com o mundo, nos preocupando em promover um futuro melhor para as próximas gerações.

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Mas como adotar um consumo de moda consciente e sustentável?

O ponto principal é estar ciente e se questionar ao adquirir algo. Você realmente precisa deste produto? Faz parte do seu estilo? O material é de qualidade? Você realmente irá usar ou é apenas impulso?

Além destas questões, algumas atitudes podem fazer a diferença. Optar por marcas que têm essa visão e adotam alternativas sustentáveis colaboram com o movimento e contribuem para que o impacto ambiental seja mais ameno. Novos designers que despontam na cena fashion possuem essa preocupação, confira a seguir: 

Ahlma: Imprimindo estilo urbano e confortável para todos, se preocupa com cada área do processo circular da moda.

Insecta Shoes: Calçados exclusivos e com estampas únicas, feitos a partir de tecidos resgatados.

Satya Beachwear: moda praia com shape moderno elaborado com tecidos biodegradáveis e tingimento natural.

Sagui: linha de óculos contemporâneos que usam como matéria prima tubos de pasta de dente e sacolas plastica.

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Natural Cotton Color: trabalha exclusivamente com algodão orgãnico colorido naturalmente da Paraíba. 

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Fazemos parte de um contexto capitalista e por conta do consumo desenfreado estamos em déficit ambiental com a natureza. A proposta do evento sustentável é refletir sobre os hábitos de consumo e suas consequências, abrir os olhos para o futuro e ver que a realidade pede pelo equilíbrio. 

Como já dizia Gandhi “ Somos a mudança que queremos ver no mundo” 

O Brasil Eco Fashion Week estimula a consciência na maneira de pensar, agir e consumir, e entender que a moda revela nossa identidade e a maneira como nos comunicamos com o mundo. 


E você, como enxerga a moda e seus hábitos de consumo? Ela está ao seu favor e a favor do mundo? 

Fonte: IG Delas
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