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Saúde

ANS faz oficinas para tirar dúvidas de usuários de plano de saúde

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Para tirar dúvidas dos consumidores sobre planos de saúde, a Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) preparou uma série de oficinas voltadas a representantes do setor e ao público em geral. Os encontros começam hoje (12) no Rio de Janeiro. Estão previstas também oficinas em Fortaleza, Goiânia, Vitória e Ribeirão Preto. Detalhes sobre inscrições estão no site da ANS.

“Em 2018, tivemos três grandes temas que merecem ser mais aprofundados: a nova metodologia de cálculo do reajuste dos planos individuais; a ampliação das regras para a portabilidade de carências e a norma sobre os processos de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS”, disse o diretor Rogério Scarabel.

Um dos pontos em que haverá mudanças é o da portabilidade. De acordo com a nova norma, a partir de junho, deixa de ser exigido do consumidor compatibilidade entre os planos. As carências ocorrem apenas nos casos das coberturas não contratadas no plano de origem.

Edição: Talita Cavalcante

Fonte: EBC
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Saúde

Universitários do Rio criam prótese para amputados de membro superior

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Criado pelo estudante Robinson Simões Júnior, do sexto período de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF), o projeto da Rede Acadêmica de Cibernética e Humanidades (Reach) está a um passo de desenvolver próteses de baixo custo para amputados de membros superiores.
 
O coordenador do projeto, professor Ricardo Carrano, disse que as próteses usadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são importadas, geralmente da Alemanha, e custam R$ 6 mil. Ele estimou que a Reach tem condições de reduzir o preço das próteses para menos de R$ 1 mil.

Marcela Tuller, mestre em engenharia de telecomunicações, e Artur Neves, estudante de medicina

Pesquisa poderá criar próteses de baixo custo para amputados de membros superiores. Preço cairia de R$ 5 mil para R$ 900  (Projeto Reach/Divulgação)

Isso permitirá ao SUS custear a prótese dos pacientes. “A meta é pegar a tecnologia existente, tentar substituí-la por componentes e métodos de produção mais baratos, mantendo os requisitos de qualidade, mas com um valor que possa ser bancado pelo SUS para que o amputado tenha a prótese de graça”, argumentou.
 
A Reach envolve alunos dos cursos de Medicina, Computação, Engenharia e Telecomunicações da UFF e completará dois anos em junho próximo.

Segundo Simões Filho, feita à mão, uma prótese custa cerca de R$ 5 mil. No projeto da UFF, ainda que em nível de protótipo, a mão sai por R$ 900 a R$ 1 mil. “A gente acha que, se produzir em maior escala, consegue baixar esse preço ainda mais”, afirmou.

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Tecnologia nacional

O objeto inicial são pessoas amputadas das mãos ou nascidas sem membros superiores. Numa etapa posterior, o projeto pretende desenvolver próteses também para membros inferiores.

Os testes até o momento são feitos em dois alunos com agenesia (atrofia de um órgão ou tecido por parada do desenvolvimento na fase embrionária).
 
Um sensor do tipo utilizado em eletrocardiogramas é colocado em cima do músculo da pessoa, na região que tiver o tecido mais preservado.

Os estudantes conseguem detectar a contração do músculo e trabalham esse sinal para que ele seja entendido pela máquina, disse Robinson.
 
Os sinais são captados e amplificados através de eletrodos e enviados a um microprocessador, responsável pelo controle dos movimentos da mão.

O processo usa inteligência artificial e consegue atingir uma precisão de 90%.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC
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Saúde

Bolsonaro destaca uso de helicóptero no serviço a índios no Amazonas

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Ao divulgar no Twitter postagem do Palácio do Planalto sobre o emprego de um helicóptero no reforço ao atendimento médico em distrito indígena de Parintins, no Amazonas, o presidente Jair Bolsonaro disse hoje (16) que o objetivo é levar condições para que os índios possam se sentir brasileiros.

“Reintegrar os índios à sociedade levando até a estes condições para que possam se sentir brasileiros e não apenas serem tratados como massa de manobra e divisão do povo para contemplar planos de poder. Temos o povo mais miscigenado do mundo e somos todos iguais!”, escreveu na rede social.

Um helicóptero como este vai auxiliar os serviços de assistência a cerca de 17 mil indígenas

Um helicóptero como este vai auxiliar os serviços de assistência a cerca de 17 mil indígenas – Divulgação/Ministério da Saúde

O Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Parintins, no Amazonas, e mais seis municípios do interior do estado e do Pará passarão a ter um helicóptero para atendimento aos pacientes. Os serviços da unidade beneficiam cerca de 17 mil pessoas distribuídas, segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), em três terras indígenas: a Andirá-Marau, onde vivem os Sateré-Mawé; a Nhamundá-Mapuera, povoada pelos Hixkaryana, Katuenayana, Katxuyana e Waiwai; e a Kaxuyana/Tunayna, que leva o nome dos dois povos que a habitam.

O helicóptero será usado em atividades de vacinação, deslocamento das equipes multidisciplinares de saúde indígena, entrega de equipamentos e insumos médicos e odontológicos. A aeronave poderá ser empregada ainda no acompanhamento de obras ligadas à unidade gestora, uma das 34 operantes no país, conforme dados do Ministério da Saúde.

Edição: Aécio Amado

Fonte: EBC
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