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Cidades

AMM: 38 anos de lutas, conquistas e vitórias

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A Associação Mato-grossense dos Municípios – AMM, que completa 38 anos nesta terça-feira (4), surgiu da necessidade de se criar no estado uma entidade que congregasse os municípios e representasse o poder público municipal junto às demais esferas de governo. A instituição foi fundada com o objetivo de congregar e defender os interesses dos municípios; liderar as lutas municipalistas, fazendo a interlocução junto aos poderes no âmbito federal e estadual, além de prestar serviços técnicos em várias áreas, atuação que também se fortaleceu nos últimos anos, com o reforço da equipe e ampliação dos serviços.

A ata de constituição registra a assinatura de 53 prefeitos, que se uniram em torno do projeto, idealizado pelas principais lideranças municipais da época, com o apoio do então governador Júlio Campos. A primeira sede foi inaugurada em 1983 no Edifício Milão, no Centro de Cuiabá, onde funcionou até 1988, quando a entidade foi instalada no atual prédio, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça.

O primeiro presidente foi o ex-prefeito de Cuiabá, Anildo Lima Barros (1983/1985), seguido por: Darcy Capistrano de Oliveira (1985/1987), de Diamantino; Fausto de Souza Faria (1987/1989), de Rondonópolis; Evaldo Jorge Leite (1989/1991), de Colíder; João Batista Rodrigues Alves (1991/1992), de Barão de Melgaço; Aparecido Briante (1992/1993), de São José do Rio Claro; Hélio Antunes Brandão Filho (1993/1995), de Jangada; Vilceu Marchetti (1995/1997), de Primavera do Leste; Jair Benedetti (1997/1999), de Comodoro; Érico Piana Pinto Pereira (1999/2000 – 2001/2002), de Primavera do Leste; Ezequiel Ângelo Fonseca (2003/2004), de Reserva do Cabaçal; José Aparecido dos Santos (2005/2006), de Nova Marilândia – Reeleito para o biênio (2007/2008); Pedro Ferreira de Souza (2009/2010), de Jauru; Meraldo Figueiredo Sá (2011/2012), de Acorizal; Valdecir Luiz Colle (2013/2014), de Juscimeira. Neurilan Fraga (2015/2016), de Nortelândia, reeleito para os biênios 2017/2018, 2019/2020 e para o triênio 2021/2023.

Fonte: AMM

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Cidades

Mato Grosso registra 376.305 casos e 10.249 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta terça-feira (11.05), 376.305 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 10.249 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.845 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 376.305 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 8.024 estão em isolamento domiciliar e 356.473 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 396 internações em UTIs públicas e 346 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 73,88% para UTIs adulto e em 38% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (79.805), Rondonópolis (27.570), Várzea Grande (25.793), Sinop (19.733), Sorriso (12.990), Tangará da Serra (12.366), Lucas do Rio Verde (11.620), Primavera do Leste (10.223), Cáceres (7.960) e Alta Floresta (7.201).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 323.914 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 524 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na segunda-feira (10), o Governo Federal confirmou o total de 15.209.990 casos da Covid-19 no Brasil e 423.229 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 15.184.790 casos da Covid-19 no Brasil e 422.340 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta terça-feira (11).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: AMM

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Cidades

AMM defende mais orientação aos municípios para o retorno das aulas presenciais

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A organização de um planejamento para a retomada das atividades escolares de forma presencial nas unidades públicas e privadas foi o tema de uma reunião realizada nesta terça-feira (11), com a participação da Associação Mato-grossense dos Municípios – AMM e de outras instituições. A reunião foi provocada e conduzida pelo promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Júnior, que ponderou sobre a necessidade de garantir o retorno de forma segura para os profissionais da educação e para os alunos.  

O presidente da AMM, Neurilan Fraga, disse que alguns municípios já retomaram as atividades, mas muitos ainda aguardam para definir o retorno. “Muitos estão na dependência do estado, aguardando orientação sobre os protocolos sanitários a serem adotados, além de adequação da infraestrutura para que possam receber a comunidade escolar e viabilizar o funcionamento das atividades pedagógicas”, frisou, destacando a importância do repasse do transporte escolar, necessário para o deslocamento de alunos das redes estadual e municipal.   

Fraga destacou, ainda, que é importante que haja uma  maior sintonia entre as secretarias de estado de Educação e Saúde com as correspondentes municipais para promover um maior entendimento sobre as medidas a serem adotadas pelas prefeituras. Sugeriu, ainda, a abertura de um canal direito e contínuo de comunicação entre os gestores municipais e representantes da Seduc e SES, inclusive aos finais de semana e feriados, visando a adoção de medidas emergenciais para atender os municípios, quando necessário.

O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Júnior disse que é importante a articulação das secretarias estaduais e municipais para o retorno das aulas, considerando os prejuízos causados por mais de um ano de paralisação devido à pandemia.  “Precisamos buscar o equilíbrio para o retorno. A preocupação é como retornar, que é uma discussão que deve ser enfrentada o quanto antes para não ter ainda mais prejuízo”, assinalou, ponderando que não existe ambiente 100% seguro, mas as escolas são ambientes controlados.

O secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Educação, Amauri Fernandes, disse que a Seduc ainda não definiu uma data exata para o retorno das atividades, mas que a secretaria está trabalhando para preparar as unidades escolares e os profissionais para a retomada. “A Seduc tem feito o possível para preparar a volta às aulas. Não temos previsão exata, estamos acompanhando a situação epidemiológica para definir, mas temos um plano de retorno. Já temos profissionais alocados, todas as regras biossegurança definidas e escolas preparadas”, frisou.

O presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Eduardo da Silva, destacou o prejuízo causado pela paralisação das aulas e apresentou algumas dificuldades enfrentadas pelos municípios. “A vigilância mais acentuada é uma preocupação. Temos dificuldade de pessoal para fazer essa fiscalização nos municípios, que precisam de parcerias para fazer o trabalho”, destacou, acrescentando que o repasse insuficiente para o transporte escolar também se apresenta com um desafio para as prefeituras. 

O presidente do Conselho dos Secretários Municipais de Saúde de Mato Grosso – Cosems, Marco Felipe, acredita que é possível retomar as aulas seguindo medidas de controle sanitário.Temos a possibilidade de ter o retorno das aulas com todas as medidas de segurança. O prejuízo maior ocorre com as crianças fora da escola. Seria interessante padronizar os protocolos de biossegurança nos municípios”, frisou.

Participaram também da reunião o secretário-adjunto de Atenção e Vigilância da  Secretaria Estadual de Saúde, Juliano Melo,  o presidente do  Conselho Estadual de Educação, Gelson Menegatti Filho, o  presidente do  Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), Valdeir Pereira, o presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, deputado estadual Wilson  Santos, entre outros.

Fonte: AMM

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