conecte-se conosco


Política Nacional

“Amanhã eu vou te buscar!”, diz namorada de Lula após decisão do STF

Publicado

source
Janja arrow-options
Reprodução
Namorada de Lula mora em Curitiba e trabalha há 16 anos na Itaipu Binacional

Rosângela da Silva, conhecida como Janja, comemorou nesta quinta-feira (7) a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que pode soltar seu namorado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

“Amanhã eu vou te buscar! Me espera!!, escreveu Janja no Twitter, utilizando hashtags para se declarar ao ex-presidente Lula .



O STF julgou procedentes nesta quinta-feira (7) por 6 votos a 5 três Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) que pediam que réus possam permanecer em liberdade até que se esgotem todas as possibilidades de recursos em graus superiores de jurisprudência.

Leia também: Veja argumentos de ministros do STF no julgamento sobre prisão após 2ª instância


Entre os casos que serão afetados está o do ex-presidente Lula. O petista está preso desde abril de 2018 na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, e vai poder ficar em liberdade até que se esgotem as possibilidades de recursos no caso do tríplex do Guarujá. 

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Leia mais:  Bivar evita falar sobre possível destituição de Flávio e Eduardo de diretórios

Política Nacional

Bolsonaro lança partido nesta quinta e promete combater candidaturas laranjas

Publicado

por

source
Bolsonaro arrow-options
Valter Campanato/Agência Brasil
Bolsonaro lança hoje seu novo partido

O presidente Jair Bolsonaro lança nesta quinta-feira (21), em Brasília, o seu novo partido, Aliança pelo Brasil, com a promessa de que a legenda terá mecanismos para coibir as candidaturas laranjas.

Leia também:Polícia cogita envolvimento de Carlos Bolsonaro no caso Marielle, diz colunista

O uso de candidatas femininas de fachadas no PSL, partido pelo qual Bolsonaro se elegeu, é alvo de investigação da Polícia Federal e afeta diretamente o governo. O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, foi denunciado por supostamente ter desviado dinheiro do fundo eleitoral destinado às mulheres para abastecer a sua própria campanha.

De acordo com a advogada Karina Kufa, o texto final do estatuto do Aliança pelo Brasil foi fechado nesta quarta-feira e estabelece a criação de um canal de denúncias sobre irregularidades acerca das candidaturas femininas.

“Em relação à mulher, a gente pretende fazer cursos, eventos, para formação política feminina. Realmente incentivar essa pauta e também criar um canal de denúncias para evitar qualquer irregularidade, inclusive irregularidades relacionadas a candidaturas laranjas”, disse a advogada ao deixar o Palácio do Planalto.

O estatuto , segundo a advogada, defenderá a transparências das contas da legenda e terá um capítulo à parte apenas para tratar de regras de compliance. Bolsonaro e parlamentares envolvidos na criação do Aliança acusam o presidente do PSL , o deputado Luciano Bivar , de não dar transparência ao uso de recursos da sigla e, por isso, justificam a saída da sigla que os elegeu.

Leia mais:  Previdência: sem reforma, condenamos nossos filhos e netos, diz Guedes

O texto do estatuto e o grupo de 15 pessoas que vão compor a direção do Aliança serão apresentados na manhã desta quinta em evento em um hotel em Brasília. O presidente Bolsonaro fará um discurso na abertura.

Ainda não está confirmado se Bolsonaro assumirá de fato a presidência do partido, ou se passará a função ao seu filho, o senador Flávio Bolsonaro . Questionado, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse que a decisão ainda não está tomada e que Bolsonaro avalia a conveniência de acumular as funções da presidência da República com a do comando do partido.

Leia também: Salles diz que vai reduzir desmatamento na Amazônia, mas não estabelece meta

“Ele está disposto a liderar o partido. Não necessariamente como presidente, mas até como presidente, dependendo da sua avaliação pessoal. Ele entende que uma figura forte é necessário neste momento para o partido, mas não fechou questão neste sentido”, disse Rêgo Barros.


Bolsonaro assinou a ficha de desfiliação do PSL na terça-feira(19). Até a noite desta quarta, no entanto, o partido ainda não havia recebido o comunicado.

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

Defesa de Thomaz Bastos acusa Palocci de fraude em processo

Publicado

por

source

Em petição à 6ª Vara Criminal Federal da justiça paulista, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Eros Grau acusa o ex-ministro Antonio Palocci de “falsear a verdade” e fraudar sua delação premiada.

Leia também: Palocci afirma que PT loteou quase todos os órgãos em troca de recursos ilícitos

Antonio Palocci arrow-options
Arquivo/Agência Brasil
Antonio Palocci


No caso, que corre em segredo de Justiça, Eros Grau atua na defesa da família do ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, morto em 2014, e a quem Palocci acusou de comprá-lo em 2010 para que ajudasse a acabar com a Operação Castelo de Areia — que investigava a Camargo Corrêa por acusações de crimes financeiros e lavagem de dinheiro.

A informação foi publicada pela Folha de S.Paulo e confirmada pelo GLOBO junto a fontes que acompanham o caso.

Em sua delação, Palocci disse que teria recebido R$ 1, 5 milhão de Thomaz Bastos para influenciar junto ao PT, que estava no poder no último ano do governo Lula, para suspender a operação da Polícia Federal (PF) no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A corte acabou decidindo arquivar o caso em 2011. Para comprovar o pagamento, Palocci apresentou a cópia de um contrato feito em dezembro de 2009 pela sua empresa, a Projeto, com o escritório de Thomaz Bastos. Na delação, o ministro alegou que o contrato foi feito apenas para justificar o pagamento da propina.

Leia mais:  Bivar evita falar sobre possível destituição de Flávio e Eduardo de diretórios

O mesmo contrato já havia sido utilizado por Palocci para justificar em outra investigação um dos repasses de serviços de consultoria que recebeu pela Projeto em 2011, quando era ministro da então presidente Dilma Rousseff . Na ocasião, Palocci se viu em meio ao fogo cruzado ao ter que explicar como havia embolsado R$ 20 milhões por meio da Projeto.

Leia também: Palocci diz que negociou a diminuição da dívida de empresas que ajudavam PT

O ex-ministro alegou na época que parte dos valores que embolsou se deviam ao fato de ter sido contratado por Thomaz Bastos para atuar na fusão do Pão de Açúcar com as Casas Bahia. Para a defesa de Thomaz Bastos, essa justificativa de Palocci apresentada em 2011 era a verdadeira e não a versão apresentada recentemente à Lava-Jato de que havia recebido suborno para acabar com a Castelo de Areia.

A reportagem teve acesso a partes do processo. Nele, o ex-ministro Eros Grau sustenta que esse caso do contrato revela contradições cometidas por Palocci em diferentes depoimentos.

“Inúmeras contradições perpetradas em depoimentos de Antonio Palocci evidenciam a ousadia de — embora consciente de que o mesmo contrato já constava de procedimento investigativo que tramitou no próprio Ministério Público Federal, pois ele mesmo lá o apresentara — falsear a verdade”, escreveu o ex-ministro Eros Grau, na petição à Justiça.

Leia mais:  Caso Marielle: oposição no Congresso pede nova perícia em gravação da portaria

Ao questionar o acordo de colaboração de Palocci, a defesa pede a reconsideração da decisão que determinou a quebra dos sigilos bancários e fiscal do escritório que pertenceu a Márcio Thomaz Bastos no último dia 11. Diz ainda que a suposta fraude cometida por Palocci deve ser repelida em nome da preservação do instituto da delação premiada.

Leia também: Palocci diz que negociou a diminuição da dívida de empresas que ajudavam PT

A defesa de Palocci confirmou que o contrato juntado ao acord de delação premiada da Lava-Jato foi o mesmo da investigação de 2011. No entanto, os advogados sustentam que na ocasião Palocci não tinha o compromisso de dizer a verdade, ao contrário do que ocorreu quando se tornou colaborador.


De acordo com o advogado Tracy Reinaldet, Palocci tinha dois contratos com o escritório de Thomaz Bastos: um lícito e outro ilícito. Pelo contrato lícito, Palocci recebeu R$ 4 milhões por consultorias ao Grupo Pão de Açúcar. O outro contrato dizia respeito a mais R$ 1, 5 milhão ilícito e que havia sido propina para enterrar a Operação Castelo de Areia.

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana