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Política MT

Alunos da Escola Fenelon Muller apresentam espetáculos em homenagem a Cuiabá no Zulmira

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros recebe nesta quarta-feira (15) alunos da Escola Estadual Fenelon Muller, do CPA II, que farão apresentações de teatro e dança e também vão expor quadros feitos por eles. Os espetáculos e a exposição têm Cuiabá como tema, cidade que completou 300 anos no último mês.

De acordo com a idealizadora do projeto e professora de artes, Dani Xu, os estudante de 7º a 9º ano estão trabalhando nessa proposta desde março. “Nós desenvolvemos um projeto na escola com teatro e pintura pelo aniversário de 300 de Cuiabá”, explica Dani Xu. Os alunos já fizeram as apresentações em abril dentro da escola em comemoração ao aniversário de Cuiabá.

Dessa vez, toda a população interessada poderá conferir a vernissage com as pinturas feitas pelos alunos, assim como as apresentações de dança e teatro, que também terão a participação de professores da escola. Segundo Dani Xu, as atividades têm um papel social na vida desses estudantes e busca direcioná-los para o caminho da cultura e da arte.

A diretora da Assembleia Social e do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, Daniella Paula Oliveira, diz que o espaço está aberto para esse tipo de iniciativa. “Quando a gente abre pra escola pública é quando atingimos mais o nosso objetivo… os pais desses alunos e a comunidade dali é o público que gostamos de alcançar”, destacou Oliveira. Ela lembrou também que o teatro disponibilizou ônibus para fazer o transporte dos estudantes. “Gostaria de ressaltar para todos os professores que o teatro está de portas abertas”, completou.

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A entrada para os espetáculos é franca. A exposição dos quadros será contínua durante todo o dia, enquanto as apresentações de dança e teatro se dividirão em dois turnos: um das 9h às 11h e outro das 15h às 17h.

SERVIÇO

Exposição de quadros e apresentações de dança e teatro da Escola Estadual Fenelon Muller

Data: Quarta-feira (15), apresentações das 9h às 11h e das 15h às 17h. A mostra dos quadros está aberta o dia todo

Local: Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros (Assembleia Legislativa)

Fonte: ALMT
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Política MT

Deputados de MT têm maior verba indenizatória do Brasil

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Um deputado estadual de Mato Grosso pode custar R$ 94 mil por mês só de salário, verba indenizatória e ajuda de custo, além de ter direito a carros, combustível e passagens áreas e de ônibus.

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso tem 24 deputados. Cada um recebe um salário de R$ 25 mil e mais duas parcelas de R$ 25 mil por ano, a título de ajuda de custo, mas só recebe quem comparecer a 2/3 das sessões, uma espécie de prêmio para quem cumpre uma obrigação.

Além disso, os parlamentares recebem verbas complementares para custeio. A maior delas é a verba indenizatória. que subiu mais de 300% entre 2010 e 2015.A verba indenizatória dos deputados foi instituída pela Lei 9.493 de 2010, e fixada, à época, em R$ 15 mil. Em 2011, também por força de lei, o limite da verba subiu pela primeira vez, para R$ 20 mil . Em 2012, veio o primeiro grande salto, chegando a R$ 35 mil. Durante esses anos os gastos, não precisavam ser comprovados.

Em 2013, uma resolução tornou obrigatória a comprovação dos gastos, mas essa medida foi derrubada em menos de um ano. Em 2015, veio o maior dos aumentos. A verba indenizatória foi para R$ 65 mil, valor que permanece até hoje. É a maior verba indenizatória do país. Quase R$ 35 mil a mais que a média paga aos deputados em todas as assembleias legislativas do país, que t~em média de R$ 31 mil.

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Em delação premiada, no ano de 2017, o ex-governador Silval Barbosa chegou a afirmar que os sucessivos aumentos da verba indenizatória foram usados para institucionalizar uma espécie de mensalinho para deputados aprovarem pautas do governo. Hoje os deputados justificam que o estado é grande e que há necessidade do dinheiro para exercer a função parlamentar, visitando regiões.

Acontece que a verba indenizatória não é o único benefício para abater gastos. Com deslocamento, cada deputado tem direito a combustível, passagens de ônibus, passagens de avião, frete de jatinhos, aluguel de carros.A verba indenizatória, deveria ser usada apenas para despesas no exercício da função, como hospedagem e refeição durante as viagens. Mas, segundo organizações que acompanham e fiscalizam movimentações políticas no estado, esse dinheiro acaba desviado para outros fins.

Até março deste ano, o portal da transparência da Assembleia Legislativa trazia os nomes e quanto cada deputado gastava da verba indenizatória. Já em abril o sistema mudou e traz apenas números, sem identificar o deputado.

Fonte:G1

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Jurídico

Desembargador que vendia sentenças em MT deixará a prisão após 7 meses

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A Justiça concedeu a progressão para o regime semiaberto para o desembargador aposentado compulsoriamente, Evandro Stábile, que desde o ano passado, está preso em Cuiabá. Stábile foi condenado a seis anos de reclusão em regime inicialmente fechado, por aceitar e cobrar propina em troca de decisão judicial, quando atuava no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em Mato Grosso.

A decisão de progredir a pena é do juiz Geraldo Fidelis, da Segunda Vara Criminal, que deve estabelecer medidas cautelares, como colocação de tornozeleira eletrônica, para que o desembargador deixe a cadeia. Evandro deve passar por audiência nesta segunda-feira (20), conforme informações divulgadas pelo portal Midia News.

O crime de corrupção passiva foi descoberto no curso das investigações da operação Asafe, na qual a Polícia Federal apurou um esquema de venda de sentenças. Na época da condenação, em 2015, a relatora da ação penal, ministra Nancy Andrighi, apontou que o desembargador aceitou e cobrou propina para manter a prefeita de Alto Paraguai no cargo. Ela perdeu as eleições, mas o vencedor teve o mandato cassado por suposto abuso de poder econômico.

O desembargador aposentado está preso desde o mês de setembro de 2018, por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Foi a segunda vez que Stábile acabou atrás das grades. A primeira foi em abril de 2016, quando o desembargador se entregou acompanhado de advogados, em cumprimento ao mandado de prisão expedido pela ministra Nancy.

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Evandro Stábile foi afastado de suas funções da magistratura em dezembro de 2010 e depois, em junho de 2016 foi punido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso com a aposentadoria compulsória. O que inclui o recebimento de salário proporcional ao tempo de serviço de 51 anos, 1 mês e 21 dias. Na época da aposentadoria, o salário que o magistrado continuaria a receber correspondia a R$ 38 mil.

 

 

 

 

Fonte:Só Notícias

 

 

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