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Economia

Alesp devolve economia de R$ 155,6 milhões ao Estado

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Mesa diretora completa 1 ano e devolve economia de R$ 155,6 milhões ao Estado
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Mesa diretora completa 1 ano e devolve economia de R$ 155,6 milhões ao Estado

A nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, que completa um ano à frente do Parlamento paulista neste mês, economizou R$ 155,6 milhões em recursos públicos no período. Os valores foram devolvidos ao Estado para investimentos na assistência social e outras áreas prioritárias, como saúde.

Parte do recurso, R$ 24 milhões, foi revertido para doação de 179 mil cestas básicas a famílias carentes de todo o Estado e para o projeto Praça da Cidadania, do Fundo Social de Solidariedade paulista. Os alimentos ajudaram a combater a fome de milhares de pessoas no auge na pandemia da Covid-19.

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A entrega do restante, R$ 131,4 milhões, foi oficializada nesta terça-feira (29). Um cheque simbólico foi entregue ao secretário de Estado da Casa Civil, Cauê Macris. A economia foi resultado de cortes e revisão de contratos, e da redução de despesas gerais e do uso da verba de gabinete por deputados e deputadas.

“Um dos compromissos ao assumir a Alesp foi o de fazer uma gestão enxuta, de redução de custos, e ao mesmo tempo garantir qualidade e eficiência com um novo modelo administrativo. Os objetivos foram alcançados e a prova maior é essa economia de R$ 155,6 milhões”, disse o presidente da Casa, deputado Carlão Pignatari.

Ele destacou o programa Alesp Preserva, que já conseguiu economizar R$ 900 mil na conta de água em um ano. Os copos descartáveis foram substituídos por copos reutilizáveis. Os próximos passos são a instalação de painéis fotovoltaicos, para energia solar, e utilização da água da chuva para jardinagem e banheiros.

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O 1º secretário da Mesa, deputado Luiz Fernando, ressaltou as ações de modernização que contribuíram com a economia. A Alesp adotou novos softwares de gestão, sendo um deles numa parceria com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, e implantou o programa Alesp Sem Papel, que já economizou quase 200 mil folhas.

“A modernização da Alesp é fundamental para os resultados que estamos registrando. Os processos ficam mais ágeis, todos eletrônicos, e isso ajuda na economia e também na transparência. Todos estão de parabéns pelo trabalho realizado, que ainda vai trazer mais resultados, cada vez melhores”, disse ele.

O secretário da Casa Civil, que até março de 2021 era presidente da Alesp, agradeceu a devolução dos recursos da Alesp e falou sobre a importância do trabalho dos parlamentares. “Os deputados e deputadas foram eleitos para representar suas cidades e regiões. Parabéns a todos por fazer isso com economia”, disse Cauê Macris.

Também participaram do anúncio as deputadas Maria Lúcia Amary (PSDB) e Márcia Lia (PT); e os deputados Vinicius Camarinha (PSDB), líder do governo na Alesp; Coronel Nishikawa (PL); Alex de Madureira (PSD); Barros Munhoz (PSDB); Edmir Chedid (União); Adalberto Freitas (União); Mauro Bragato (PSDB); Tenente Nascimento (PL); e Delegado Olim (PP).

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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