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Política Nacional

Alckmin cometerá “erro histórico” caso seja vice de Lula, diz presidente do PSDB

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O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo
Divulgação/PSDB

O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo

Bruno Araújo, presidente nacional do PSDB, criticou as conversas do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin com a cúpula do PT, que indicam a possibilidade de uma aliança entre o tucano e Lula , seu rival histórico. Segundo Araújo, a atitude de Alckmin indica que ele está “de saída” do PSDB.

A liderança da legenda disse torcer para que Alckmin “não utilize seu nome para tentar limpar a história do PT”. Segundo ele, caso o ex-governador aceite ser vice de Lula, estaria cometendo um “erro histórico”.

“Não tem mais nenhuma intenção de construir a sua história no partido que ele ajudou a fundar (…) O PSDB não tem nada com os movimentos de Geraldo Alckmin de tentar se compor o Partido dos Trabalhadores”, criticou Araújo em entrevista à revista Veja .

O presidente do PSDB ainda revelou que conversas estão em andamento entre o presidenciável João Doria (PSDB) e Sergio Moro (Podemos). Para Araújo, o ex-ministro do governo Bolsonaro seria um “grande vice” do governador paulista .

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Política Nacional

Bolsonaro pretende entregar liderança do Senado a aliado de Pacheco

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Jair Bolsonaro e Rodrigo Pacheco
Divulgação: senado

Jair Bolsonaro e Rodrigo Pacheco

presidente Jair Bolsonaro (PL) avalia entregar a liderança do governo no Senado a Alexandre Silveira (PSD-MG), que substituirá o senador Antonio Anastasia (PSD-MG), aprovado em dezembro para o Tribunal de Contas da União (TCU). Como Silveira ainda não tomou posse oficialmente como parlamentar, a tendência é que Bolsonaro só bata o martelo após o fim do recesso no Congresso, em fevereiro.

Silveira é ligado ao presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e atuava como diretor de Assuntos Técnicos e Jurídicos da Presidência do Senado. O futuro senador é presidente do PSD de Minas Gerais e já foi deputado federal por duas vezes. Ele também esteve à frente da Secretraria Extraordinária da Gestão Metropolitana em Minas Gerais e da Secretaria de Saúde do governo de Antonio Anastasia.

Apesar dos embates de Bolsonaro com Pacheco pelas derrotas do governo na no Senado, Silveira é apontado como um ponto de interlocução com o presidente do Senado. Em função disso, o futuro parlamentar conta com o apoio de diversos ministros, entre eles a ministra Flávia Arruda (Secretaria de Governo), João Roma (Cidadania), Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional).

A aproximação de Silveira com ministros se deu, sobretudo, na tramitação de projetos importantes para o Executivo como a permissão para a privatização da Eletrobras e a aprovação da ‘BR do Mar’, com o objetivo de abrir a navegação costeira entre portos nacionais e reduzir a dependência do transporte rodoviário (cabotagem).

Há uma semana, Silveira esteve com Bolsonaro no Palácio do Planalto. O encontro ocorreu após o novo senador sobrevoar áreas atingidas pelas chuvas em Minas Geras. Em suas redes sociais, Silveira registrou ter conversado com o presidente sobre a ajuda do governo federal para municípios mineiros.

“Fruto dessa conversa, o presidente já me colocou em contato com o ministro da Saúde, além de outros contatos que tenho mantido com o Ministério da Cidadania, do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Regional. Não quero saber de que partido é o Governo, quero é ajudar na solução dos problemas que estamos enfrentando”, escreveu o senador.

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No PSD, a avaliação é que Silveira não aceitará o cargo. O partido tem uma posição de independência no Congresso e tem Rodrigo Pacheco como pré-candidato ao Planalto. Além disso, o novo senador é considerado um importante articulador político na sigla e pessoa de confiança do presidente da sigla, Gilberto Kassab.

Nos bastidores do governo, ainda é mencionado como opção o senador Marcos Rogério, que atuou como líder da tropa de choque do governo na CPI da Covid e recentemente trocou o DEM pelo PL, partido de Bolsonaro. Marcos Rogério chegou a ser cotado como pré-candidato ao governo de Rondônia, mas a mudança de partido e possibilidade de assumir a liderança esfriou os planos

Entusiastas da indicação de Alexandre Silveira no governo citam que o novo senador, embora não tenham um alinhamento total com o presidente, pode ajudar a melhorar a interlocução política no Senado, onde sucessivas derrotas expuseram a fragilidade do governo.

O Senado é considerado um terreno pantanoso para a articulação política do governo. Bolsonaro não conseguiu construir uma base coesa na Casa, o que ficou ainda mais evidente com a CPI da Covid. Pelas contas do Planalto, o número de aliados é de apenas 15 dos 81 senadores.

Para piorar o cenário, o governo está sem líder no Senado desde 15 de dezembro. À época, o senador Fernando Bezerra (MDB-PE) entregou o cargo um dia após perder a concorrência pela vaga do TCU para Anastasia. Abandonado pelo Palácio do Planalto, Bezerra ficou em último na disputa, com sete votos. Anastasia obteve o apoio de 52 senadores, enquanto a senadora Kátia Abreu (PP-TO), 19.

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Política Nacional

Bolsonaro ataca Doria: “Aumentou ICMS de tudo, menos do Hipoglós”

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Bolsonaro ataca Doria:
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Bolsonaro ataca Doria: “Aumentou ICMS de tudo, menos do Hipoglós”

presidente Jair Bolsonaro (PL) conversou com apoiadores na saída do Palácio do Alvorada, na manhã desta quarta-feira (19), e criticou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), por aumentar o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

“Ele aumentou o ICMS de tudo, menos do Hipoglós”, afirmou o chef do Executivo federal. Bolsonaristas próximos riram da piada do presidente.

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) encontrava-se no local e aproveitou a fala do mandatário para zombar do governador paulista. “Advogando em causa própria”.

Bolsonaro, então, pediu para que a parlamentar não se manifestasse. “Fica quieta, fica quieta. Não fala nada”. Ambos continuaram a rir da situação junto aos apoiadores.


O presidente aproveitou para reclamar das multas recebidas pelo governo de São Paulo durante as suas visitas ao estado. Nas ocasiões, Bolsonaro não cumpriu os decretos sanitários que preveem o uso de máscaras de proteção individual em locais públicos, em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

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