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Política Nacional

Afastamento de promotora pró-Bolsonaro do caso Marielle é solicitado ao MPRJ

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Reprodução/Instagram

Promotora publicou foto com camiseta em apoio ao presidente

A cúpula do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) realizou uma reunião, na noite desta quinta (31), para decidir se a promotora que fez campanha para Bolsonaro seria afastada do caso Marielle .

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O afastamento da promotora Carmen Eliza Bastos de Carvalho era esperado pelo MPRJ, mas ela se recusou em sair do caso. No Ministério Público, é direito dos promotores escolherem em quais casos irão atuar.

A reunião ocorreu após o MPRJ e o procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, receberem solicitações para que a promotora seja afastada de qualquer caso que envolva Bolsonaro.

Os pedidos de afastamento ocorreram após ser descoberto que a promotora fez campanha para Bolsonaro chegando a postar nas redes sociais uma foto utilizando camisa a favor do presidente. Ela também possui uma foto com o deputado Rodrigo Amorim (PSL-RJ), que danificou a placa de rua em homenagem a Marielle.

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A promotora , junto com outras duas do MPRJ, foi a responsável por desmentir, em coletiva de imprensa, o depoimento do porteiro sobre o envolvimento de Bolsonaro na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

“É o momento da igreja ocupar a nação”, diz Damares Alves

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MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Damares Alves

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse que “é o momento da igreja ocupar a nação” em entrevista ao veículo jornalístico Deutsche Welle (DW). Ela, que é pastora evangélica, defendeu o papel social das igrejas de sua religião no Brasil.

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“Temos falta de casas de abrigo para mulheres vítimas de violência . Por que essas igrejas não fazem uma parceria conosco, cedendo o seu espaço físico para abrigar essas mulheres?”, perguntou Damares , afirmando que a igreja pode colaborar para transformar a nação. A ministra também levando essa lógica para situação da vinda de refugiados da Venezuela para o Brasil: “se cada igreja trouxesse um venezuelano e cuidasse, nós resolveríamos o problema da fronteira”.

Durante a entrevista, a pastora responsável pelo Ministério dos Direitos Humanos também criticou a esquerda. “Se você observar, quem está fazendo essas denúncias genéricas [de direitos humanos] é a esquerda. Eu acho que só pelo fato de ser a esquerda que está denunciando, já poderíamos desconfiar que tem alguma coisa errada”.

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Damares ainda defendeu sua campanha sobre prevenção da gravidez na adolescência por meio de abstinência sexual, em vez de métodos contraceptivos – muitas igrejas são contra esses métodos. Mas ela afirmou que “eu teria que ir para a cadeia ou para um hospício se eu dissesse que vou combater a gravidez precoce apenas com a abstinência.”

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Feliciano defende Bolsonaro e diz que estão armando “narrativa golpista”

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Carolina Antunes/PR – 27.8.19

Jair Bolsonaro e Marco Feliciano

O deputado federal Marco Feliciano (sem partido) defendeu Jair Bolsonaro (sem partido) após o presidente ter compartilhado, em seu WhatsApp nesta terça-feira (25), um vídeo convocando a população a participar de uma manifestação contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF).

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“O presidente nada fez a não ser compartilhar com um grupo privado de amigos. Ele não publicou em suas redes sociais, portanto, não convocou!”, afirmou Feliciano à coluna da Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo

Feliciano afirma que o Congresso precisa “parar de tentar reescrever a Constituição via projeto de lei” e respeitar os limites das instituições. O deputado defende que se a Câmara e o Senado querem decidir o orçamento de recursos públicos eles estão atentando contra a separação dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Recentemente, o ministro Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Bolsonaro, afirmou que a Câmara dos Deputados estaria fazendo chantagem por querer ser responsável por parte do orçamento. 

“Diante disso, [é] natural que os apoiadores do presidente saiam às ruas para protestar contra aquilo que acham errado”. Na visão de Feliciano, a manifestação compartilhada por Bolsonaro não é contra o Congresso ou o STF, mas uma forma da população se posicionar contra a maneira que essas instituições têm agido – ao não apoiarem o presidente.

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Marco Feliciano acredita que as críticas a Bolsonaro sejam uma “narrativa golpista” contra o presidente. “Querem paz? Que comecem então a ter responsabilidade e parem de atacar as instituições republicanas”, afirmou o deputado.

Fonte: IG Política
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