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Adolescente que atirou e matou Isabele é internada em unidade socioeducativa

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Isabele
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Isabele foi morta no dia 12 de julho.

Por conta de uma decisão judicial, a adolescente de 15 anos que atirou em Isabele Guimarães Ramos , 14, foi internada em uma unidade socioeducativa. Isabele morreu com um tiro no rosto no dia 12 de julho deste ano em um condomínio de Cuiabá, no Mato Grosso. O disparo foi feito pela adolescente, que alegou que foi involutário.

A jovem se apresentou na Delegacia Especializada do Adolescente na noite da última terça-feira (15). Depois da decisão da justiça, que atendeu a um pedido do Ministério Público Estadual (MPE), ela deverá ficar internada por 45 dias. O MPE entende que a adolescente cometeu ato análogo ao crime de homicídio doloso.

A defesa da jovem afirmou que irá pedir habeas corpus para reverter a decisão que determinou a internação da garota. A internação em caso de atos infracionais que sejam análogos a crimes hediondos, como estupro e homicídio, está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente.

O crime

EM depoimento, a jovem, que era amiga da vítima, disse que subiu para o quarto da casa em que Isabele morreu para guardar a arma do namorado enquanto a vítima estava no banheiro. Ela afirmou ter atendido a um pedido do pai e pego a maleta onde duas armas estavam. As armas estavam carregadas. A jovem concluiu dizendo que, ao sair do quarto, uma das armas caiu do chão e, quando ela foi tentar pegar, o objeto acabou disparando.

A polícia contesta essa versão. Segundo ela, os laudos mostram que a versão contada pela jovem é incompatível com o que aconteceu. Para as autoridades, a conduta da adolescente foi dolosa por que ela assumiu o risco de matar a vítima.

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Traficantes prometem matar quem filmou líder do tráfico com fuzis em baile funk

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bravo
Disque Denúncia / Divulgação

Cartaz de recompensa do líder do tráfico de drogas na Rocinha Johny Bravo


Quem gravou os cria no baile , assinou contrato com a morte bglh (bagulho) não vai ficar assim, e será proibido gravar nos baile da rocinha , ASS: EQUIPE BRAVO”, diz o comunicado dos traficantes da Rocinha reproduzido no Twitter e em outras redes sociais.


A ameaça pública de morte foi feita após a repercurssão de um vídeo nas redes sociais em que o líder do tráfico de drogas da favela da Rocinha, John Wallace da Silva Viana, o Johny Bravo, de 32 anos, aparece cercado por 22 traficantes formetemente armados com fuzis, metralhadoras e pistolas.

“Quem gravou a equipe do Bravo na Rocinha vai morrer pprt (papo reto), quem tava no lado de quem tava gravando vai ser caçado pra falar como a pessoa era tendeu. Ass: Diretoria”, reitera a ameaça.

O vídeo foi grava no último final de semana em um baile funk da comunidade. O chefe do tráfico aparece sem camisa cercado pelos traficantes, enquanto frequentadores do baile observam o desfile armado.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirma manter investigações constantes e monitaramentos das ações do tráfico nas favelas. O Disque Denúncia oferece uma recompensa de R$ 1 mil para quem fornecer informações que colaborem com a prisão de Johny Bravo. Os interessados podem fazer a denúncia de forma anônima pelos canais:

. WhatsApp ou Telegram do Portal dos Procurados: (21) 98849-6099
. Disque Denúncia: (21) 2253-1177
. Facebook/(inbox): www.facebook.com/procurados.org
. Aplicativo “Disque Denúncia RJ”

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PF investiga fraudes em contratos para combate à Covid-19 em PE

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Prefeitura
Portal de Prefeitura

Prefeitura do Recife

21 mandados de busca e apreensão e um de prisão temporária são cumpridos nesta quarta-feira (16) nas secretarias de Saúde de Recife e Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. Os mandados seguem a operação chamada de Desumano, feita em conjunto com a CGU, Ministério Público Federal e Ministério Público de Pernambuco.

A suspeita é de fraudes em contratos de serviços no combate à Covid-19. Os contratos somam R$ 57.768.962,9 e as irregularidades investigadas podem significar desvio de recursos na execução de contratos com a Organização Social de Saúde para o gerenciamento de serviços pelas prefeituras.

Caso condenados, os envolvidos podem responder pelos crimes de peculato, organização criminosa, falsidade ideológica e dispensa indevida de licitações, cujas penas podem representar mais de 20 anos de reclusão.

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