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Adepta do poliamor e grávida, mulher conta experiência de ter quatro parceiros

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Tory Ojeda, de 20 anos de idade , mora em Jacksonville, Flórida, nos Estados Unidos, com seus quatro parceiros, Marc, Travis, Ethan e Christopher. Adepta do poliamor, a mulher está grávida de um deles e afirma que os cinco vão criar a criança juntos, como uma família. 

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Tory e com seus parceiros arrow-options
Reprodução/Daily Mail

Tory e seus quatro parceiros, Marc (acima, à esq.), Travis (abaixo, à esq.), Christopher (acima, à dir.) e Ethan (abaixo, à dir.)

Segundo informações do  Daily Mail   , Tory conheceu o parceiro, Marc, de 18 anos, quando ainda estava no ensino médio, há três anos. Dois meses depois, ela começou um relacionamento com Travis, 23. Hoje, os dois são noivos e, além de namorar Marc, ela tem mais dois namorados, Etah, 22, e Christopher, 22. Dos cinco, ela é a única que está se relacionando com várias pessoas. 

Adepta do poliamor , a jovem encoraja os quatro parceiros a procurarem outras pessoas e que afirma que eles estão “mais do que bem-vindos” a terem mais de uma parceira, já que, apesar de estarem em um relacionamento aberto , os rapazes não se relacionam entre si. Todos têm seus próprios quartos, mas costumam “se revezar” na cama de Tory durante a semana. 

“Honestamente, eu adoraria que alguém encontrasse uma segunda parceira. Dividir o tempo, pensando em como encaixar as agendas de cinco pessoas e ter certeza de que todos estão se sentindo bem sobre isso é um pouco difícil. Eu gostaria de não ser a única mulher na relação. Isso também seria muito legal”, afirma.

Namorados e noivo de Tory falam sobre ciúme na relação

Mas existe ciúme? Os parceiros de Tory comentam que isso não é problema no relacionamento. “Existem algumas formas saudáveis de lidar com isso. A primeira é, basicamente, conversar um com o outro”, diz Ethan. 

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“Sempre vão existir alguns momentos em que você fica um pouco ciumento e é preciso dar um tempo e ficar relaxado. Eu digo que ajuda se você conhece a outra pessoa. Por exemplo, ver a Tory com o Ethan foi muito mais fácil porque eu já era amigo dele antes. Com o Chris foi difícil no começo, e eu admitia que estava com ciúmes. O mesmo aconteceu com Marc, porque a gente não interagia um com o outro”, explicou. 

Gravidez e família de seis

Há sete meses, Tory descobriu que está grávida de uma menina e o nascimento está marcado para fevereiro de 2020. Christopher é o pai biológico, mas Tory afirma que os cinco vão criar o bebê juntos, como uma família. “Nós estamos muito, muito animados com isso”, diz. 

“Definitivamente vai ser algo interessante”, completou Christopher. “Eu cresci com a ideia de ter um pai e uma mãe, mas todos nós, pais, estamos nos apoiando nisso, então vai ser algo que faremos como um time. Sempre brincamos com a ideia de começar um ciclo infinito e começar a falar ‘vá perguntar para o seu pai’”. 

Apesar do apoio mútuo dentro de casa, os famíliares de Tory e de seus parceiros não estão tão animados assim com essa formação familiar. “Meus amigos amam todos eles e acham que nós somos muito fofos juntos. Minha família, por outro lado, não aprovam. Poliamor não é comum e muitas pessoas cresceram com essa cultura da monogramia”, diz a jovem.

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As famílias de Christopher e Ethan estão “começando a aceitar melhor” a ideia, principalmente depois da gravidez. A chegada do bebê também traz novos planos para o futuro: “Com cinco adultos na casa é muito provável que a gente tenha mais de um filho”, finaliza Tory. 

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“Não posso ser reduzida a ‘uma sapatão'”, diz Bruna Linzmeyer

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Bruna Linzmeyer não tem tabus quando o assunto é sexualidade. A atriz, que namora a DJ Marta Supernova , fala sem problemas que é uma mulher que se relaciona com outras mulheres. Recentemente, ela também refletiu sobre a importância da representatividade de pessoas LGBTQ+ para o público. 

Bruna Linzmeyer
Reprodução/Instagram

Bruna Linzmeyer fala sobre representatividade e identificação com a sigla LGBTQ+

“Eu sou uma das referências para essas pessoas que me seguem, acompanham, não sou única, nunca serei. Somos muitas. Eu me identifico como sapatão, mas não é a única coisa que eu sou. É também. Não existe só um jeito de ser sapatão, de amar mulheres. Não podemos universalizar esse termo, esse jeito de ser”, Bruna disse em entrevista à revista Glamour. 

A global também falou que se interessa muito pelo sinal de + na sigla. “É tudo o que vai além, o que ainda pode ser. É sobre todas as possibilidades, e essas caixinhas que às vezes as letras reproduzem não podem nos reduzir a mais caixinhas. Não posso ser reduzida a ‘uma sapatão’. Isso não é tudo o que sou. Minha caixinha tem furos, pertenço a outras coisas”, ela continuou. 

Bruna também ressaltou a importância de falar sobre a comunidade LGBTQ+ de maneiras que não tratem apenas de violência e sofrimento. A atriz argumenta que é necessário mostrar notícias boas e personalidades que estão crescendo e conquistando frutos de seus trabalhos, para que as pessoas “sejam capazes de recusar essas dores e terem autonomia para dar a volta nelas, seguindo a vida”.

“Ainda tem muita gente morrendo, física e simbolicamente. É muito grave e sofrível. Eu já morri simbolicamente pelo o que eu sou, e isso dói muito. Falar desses assuntos, trocar é para que menos pessoas sejam assassinadas emocionalmente, intelectualmente, fisicamente. Tem muita dor atravessando nossos corpos, e considerando a interseccionalidade, essas dores são diferentes para casa pessoa”, ela falou. 

Sobre ser representatividade, Bruna contou que um caso que viveu antes do isolamento social. Ela lembrou de quando estava no cinema e foi abordada por um casal de meninas jovens. “Vieram me agradecer porque elas conseguiram falar para os pais, que estavam ali com elas. Me contaram a história delas e pediram uma foto. Eu só disse: ‘Agora quem também quer a foto sou eu!’. Óbvio que eu sei que tem muitas pedras no caminho, retaliações, mas saber que a minha postura faz sentido para alguém, me dá carinho no meu íntimo. Se faz sentido para alguém, faz sentido para mim também”, reflete. 

Fonte: IG Mulher

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Influencer é criticada após revelar que faz sexo na frente do filho

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A influencer Sally Mustange se viu em uma grande polêmica nas redes sociais. Ela, que é casada com Mitch Gobel e tem um filho de cinco meses de idade, o pequeno Azure Sitara, fez uma publicação dizendo que tem relações com o marido enquanto o bebê está no quarto. A blogueira foi alvo de muitas críticas e chegou a apagar a publicação, mas depois se pronunciou nos Stories. 

Sally Mustang e o filho
Reprodução/Instagram

Influencer é criticada por dizer que faz sexo com o marido quando o filho está no mesmo quarto

Segundo o tabloide britânico The Sun, Sally tinha dito que o sexo é algo natural e questionou o porquê de a sociedade não aceitar falar sobre esse assunto e considerá-lo algo depreciativo. Porém, com a enxurrada de críticas que levou, a influencer teve que deletar a publicação e depois escreveu no Stories que ela estudou muito sobre sexo e traumas sexuais para poder emitir sua opinião. 

“Quando eu digo que Azure estava presente eu quero dizer que ele estava dormindo, do outro lado da cama. Eu penso em quantos outros pais fizeram isso. Beijaram e se abraçaram quando o bebê está dormindo. Ele poderia estar brincando no tapete com os brinquedos, quando nós estamos no sofá. Nossa casa não tem cômodos que não são conectados, basicamente todos nós estamos em um grande cômodo. Nós não o colocamos sentado e fazemos ele nos assistir. O que eu quis dizer com o post de ontem a noite é que o amor deveria ser compartilhado livremente, nós deveríamos beijar e tocar quem amamos”, Sally declarou. 

A influencer também pediu desculpas às pessoas que ofendeu e machucou com o post. Ela disse que estava apenas defendendo a liberdade e não queria que seu posicionamento fizesse pessoas relembrarem traumas pelos quais passaram. “Deletei a publicação por causa da energia negativa e dos ataques a mim e a minha família”, ela concluiu.

Fonte: IG Mulher

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