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Acidente de ônibus no Paraná deixa 19 mortos e mais de 30 feridos

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Agência Brasil

O ônibus levava 53 passageiros, além de dois motoristas
Divulgação / Polícia Federal

O ônibus levava 53 passageiros, além de dois motoristas

Um acidente  no Paraná hoje (25) deixou, até o momento, 19 mortos. Um ônibus  saía da cidade de Guaratuba, próxima à divisa com Santa Catarina , e se dirigia no sentido sul, pela BR 376, quando bateu e saiu da estrada, na altura do quilômetro 668.

O veículo , de placa do Pará, levava 53 passageiros, além de dois motoristas. Dezenove pessoas morreram, sete estão em estado grave, seis em estado moderado e 20 com lesões leves. As vítimas em situação grave foram levadas de aeronave para o Hospital Universitário Cajuru, na capital do estado, Curitiba, e as outras para o hospital São José, em Joinville, no norte de Santa Catarina.Já as pessoas que ficaram em situações moderada e leve foram encaminhadas a hospitais da região, nas cidades de Guaratuba, Paranaguá, Garuva, no Paraná, e Joinville, em Santa Catarina.

De acordo com o Corpo de Bombeiros do Paraná, além da corporação diversas instituições estão no local, como a Polícia Rodoviária Federal. A área foi bloqueada, o trânsito foi liberado, mas está lento.A polícia científica atua para apurar as causas do acidente.

À Agência Brasil, a assessoria do Corpo de Bombeiros do Paraná disse que ainda não há mais informações sobre as causas do acidente e por que o veículo saiu da pista.

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‘Boteiros’: os ladrões que roubam cargas de drogas de traficantes no RJ

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Apreendido e mais três homens foram acusados de sequestro e homicídio
Reprodução

Apreendido e mais três homens foram acusados de sequestro e homicídio

O encontro foi marcado às 20h, num prédio de frente para a Praia de Copacabana, bairro do Rio de Janeiro . Os três homens aguardavam os visitantes na entrada — na mochila de um deles, com sotaque de fora da cidade, havia um quilo de skunk, uma derivação da maconha.

Os dois compradores chegaram no horário combinado, numa caminhonete blindada. Na entrada do prédio, quando os visitantes foram convidados a entrar, um deles, de boné e máscara, sacou uma pistola e gritou: “Polícia!”. Dois dos vendedores correram para ruas próximas. O terceiro, com a mochila, se rendeu, entregou a droga e foi liberado em seguida.

Tratava-se da ação dos “boteiros” — numa referência à palavra “bote” —, como são conhecidos os integrantes de quadrilhas especializadas em roubar cargas de entorpecentes de alto padrão na Zona Sul do Rio. A ação aconteceu na última semana de setembro de 2020.

Ação foi reconstituída com base em depoimentos dados à polícia tanto pelos donos do carregamento quanto pelos ladrões, dentro da investigação da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) sobre outro crime: o assassinato do estudante de Farmácia da UFRJ Marcos Winícius Tomé Coelho de Lima, de 20 anos — morto em 8 de outubro do ano passado.

Vítima por engano

Segundo o inquérito, Marcos Winícius foi sequestrado e executado com quatro tiros porque era amigo dos “boteiros” e estava presente quando a venda da droga foi acertada, num encontro na Urca horas antes do roubo. Após o “bote”, os ladrões foram dividir o butim de R$ 40 mil num hotel de São Conrado.

Na semana seguinte, fugiram para São Paulo — onde realizaram outros roubos, conforme dito em mensagens a amigos. Marcos Winícius ficou no Rio. Seu corpo foi encontrado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no dia 9. Os assassinos pensavam que ele integrava o bando.

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O crime foi desvendado graças ao depoimento de um dos “boteiros”, um morador da Urca de 20 anos, amigo do estudante. Ele chegou a ser preso durante as investigações como suspeito do homicídio, mas foi solto ao revelar à polícia como se deu o “ bote ” e como agia a quadrilha, além de apontar as vítimas do roubo como responsáveis pelo homicídio. Segundo seu depoimento, a quadrilha também pratica golpes convencendo traficantes a entregar os entorpecentes mediante promessa de pagamento — que nunca é cumprida.

O grupo também criou uma estratégia para roubar dinheiro de traficantes que desejam comprar droga. Os integrantes anunciam o entorpecente pela internet e, no encontro com o comprador, entregam uma bolsa pesada, mas sem o produto. Antes que a carga seja examinada, uma falsa ação policial é encenada para que o pagamento seja levado. O grupo só negocia drogas de alto padrão, como skunk, haxixe e uma variedade de maconha de qualidade superior apelidada de “Colômbia”.

O “boteiro” também explicou à polícia que o grupo tem membros que atuam “na inteligência”, com a função de encontrar novos traficantes sobre os quais aplicam os “botes”. Segundo ele, na maior parte das vezes, policiais militares que integram o grupo são os responsáveis por dar os “botes” — por vezes, até fardados.

Participação de PMs

A participação de PMs é relatada em outros depoimentos. Uma testemunha, que não faz parte da quadrilha, mas conhece integrantes, afirmou que os traficantes do bando só informam “para policiais que haverá uma compra de entorpecentes em determinado dia” para que os agentes possam dar o “bote” na carga.

Mais de uma testemunha ouvida na DHBF afirmou que PMs integraram o “bote” que culminou no homicídio do estudante. Mas não são policiais os homens que um dos traficantes que tiveram a carga roubada reconheceu como os responsáveis pela abordagem. Em depoimento, a vítima do “bote” disse que a dupla que o abordou mencionou ter uma “equipe” na retaguarda, pronta para agir caso necessário.

Quatro homens acusados pelo homicídio de Marcos Winícius tiveram suas prisões decretadas pela Justiça: Denner Dias Barcia Alves, Jaul Carvalho Carneiro de Mendonça, José Ricardo dos Santos Pontes Junior, o Russão da Ilha, e Igor Moreira Dantas. Segundo o inquérito, Denner e Russão são dois dos que levaram o “bote” e mataram Marcos Winícius em represália. Com o inquérito sobre o homicídio finalizado, a DHBF abriu outra investigação que agora tem os “ boteiros ” como alvo.

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RJ: 2° noite de restrições teve restaurantes interditados, chuva e ruas vazias

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Fiscalização atuando nas ruas do RJ
Fabio Rossi

Fiscalização atuando nas ruas do RJ

 A segunda noite do decreto municipal que restringe o horário de funcionamento de bares e restaurantes no Rio de Janeiro foi confusa para donos dos estabelecimentos e clientes. Como, no final da tarde de sábado (06), o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, revogou a liminar em favor dos comerciantes que permitia que restaurantes pudessem funcionar até as 20 horas, voltou a valer o artigo do decreto do prefeito Eduardo Paes que determinava o fechamento às 17h.

Por isso, a partir das 18h, equipes da Secretaria municipal de Ordem Pública ( Seop ) passaram a circular por diversos pontos da cidade informando os comerciantes da mudança e dando um prazo de até uma hora para o fechamento.

Na Rua Dias Ferreira, no Leblon, conhecido ponto de aglomerações, o aviso não foi suficiente: fiscais da prefeitura tiveram dificuldades para que bares baixassem as portas. Às 19h, como dois restaurantes ainda não haviam fechado as portas, a Vigilância Sanitária interditou e multou os estabelecimentos. Às 20h, a rua estava vazia.

A atuação dos fiscais também culminou no fechamento, por volta das 19h, de quiosques na orla e restaurantes na Lapa, na Tijuca, em Copacabana, Ipanema, Botafogo, Flamengo, Laranjeiras e na Barra da Tijuca. Numa ronda feita por volta das 20h à meia-noite, nenhum estabelecimento estava aberto nos polos gastronômicos desses bairros.

Em alguns pontos da cidade, comerciantes fizeram um protesto contra as medidas com velas acesas. Num restaurante da Praça São Salvador, em Laranjeiras, garçons seguraram um cartaz com os dizeres “Não somos vilões”. O estabelecimento, no entanto, fechou antes das 19h.

Ao longo da noite, a chuva também ajudou a prefeitura a dispersar aglomerações. Por conta do mau tempo, pontos que seguem atraindo grande quantidade de gente durante a pandemia, como a mureta da Urca e a Praça Varnhagen, na Tijuca, ficaram vazios antes das 23h — horário previsto, pelo decreto, para a proibição da permanência de pessoas na rua.

Às 23h30, os restaurantes da Rua Olegário Maciel, na Barra, estavam todos com portas fechadas. Alguns, que mantiveram as luzes internas ligadas, só trabalhavam com entregas. Quatro carros da Seop fizeram plantão na via, que também costuma registrar aglomerações, por boa parte da noite. Assim como na sexta-feira (05), mil agentes municipais foram às ruas na madrugada de sábado para que as regras fossem cumpridas.

Pelo decreto, que vale até a próxima quinta-feira (11) e pode ser renovado, o comércio de modo geral, como shopping centers, academias e salões de beleza, tem que fechar às 20h. Restaurantes só podem funcionar até às 17h. A permanência de pessoas nas ruas é permitida até as 23h. A multa para quem descumprir as ordens subiu de R$ 112 para R$ 562,42. Para os estabelecimentos, o prejuízo é maior: o valor chega a R$ 3,2 mil. Em caso de reincidência, pode dobrar. Em algumas situações, o alvará pode ser cassado.

Na última sexta, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes ( Abrasel ) havia conseguido, na Justiça, uma liminar que permitia o funcionamento dos estabelecimentos até as 20h. Os comerciantes argumentaram que o setor estava sendo tratado de forma diferente do que outros, como shopping centers, pelo decreto da prefeitura.

A Procuradoria Geral do Município recorreu da decisão e argumentou que o decreto tinha o objetivo de reduzir aglomerações e preservar a vida diante da tendência do avanço de variantes do coronavírus . Por volta das 16h30, o presidente do TJ do Rio revogou a liminar e o horário original previsto para funcionamento de restaurantes, das 6h às 17h, voltou a valer.

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