conecte-se conosco


Polícia

Acadepol inicia curso de formação de 15 novos delegados que atuarão no interior do Estado

Publicado

Assessoria | PJC-MT


Os quinze novos delegados da Polícia Judiciária Civil iniciaram nesta segunda-feira (11.02), o XV Curso de Formação Inicial Técnico Profissional. A aula inaugural aconteceu na Academia de Polícia (Acadepol), onde os alunos serão preparados para atuarem à frente das delegacias no interior do Estado de Mato Grosso.

No curso de formação, com duração de pouco mais de dois meses, os alunos recém empossados receberão instruções e informações refente à estrutura organizacional, diretrizes, identidade organizacional da Polícia Civil, legislação, entre outros assuntos relacionados a função e atribuições do cargo de delegado de polícia.

Na abertura os alunos foram recebidos pelo diretor da Acadepol, Welber Batista Franco, que enfatizou a satisfação de iniciar os trabalhos com os novos servidores que reforçarão o trabalho da Polícia Judiciária Civil. “O XV curso de formação terá uma turma de quinze alunos e mais três colegas que farão algumas disciplinas complementares”, lembrou o diretor.

Na cerimônia o secretário adjunto de inteligência da Sesp, Wylton Massao Ohara, falou sobre o início de um novo ciclo dos novos delegados. “Vocês perceberão que nosso Estado possui uma dimensão territorial enorme, além do calor MT que é muito acolhedor. Vocês irão para interior do Estado e vão encontrar dificuldades, mas isso, com certeza, fortalecerá o lado profissional de cada um”, destacou o secretário.

Leia mais:  Adolescente capota carro carregado com maconha que traria para o Mato Grosso

Em seguida o diretor adjunto, Gianmarco Paccola Capoani, contou suas experiências de quando ingressou na PJC iniciando sua carreira em Apiacás, município a mais de mil quilômetros da Capital. Falou sobre a importância de construir boa relação profissional com toda equipe (investigadores e escrivães), da necessidade de se apresentar ao Ministério Publico e Poder Judiciário quando assumir a unidade policial visando estreitar parcerias, além da valiosa aproximação com a comunidade.

“O delegado de polícia precisa ir para rua, conhecer os moradores e passar confiança. Essas ações trazer como consequência a riqueza de informações e levantamentos que é crucial para resoluções de crimes”, aconselhou o diretor adjunto.

Para a nova delegada, Carla Evangelista Linderbeg Nogueira, a qual já integrava a instituição desde o ano 2008 como investigadora de polícia, e agora empossada no novo cargo, sua expectativa é a melhor possível.

“Essa é a segunda vez que faço o curso de formação. A primeira foi de grande valia, acredito que dessa vez também será, pois temos excelentes professores, boas instruções, que considero fundamental para aprimorar e desempenhar da melhor forma a nossa função. Considero esse fase essencial”, disse ela.

“Os professores são bastante didáticos, pacientes e percebo que eles tem empenho para estar nos passando parte das experiências. Tenho certeza que tudo que aprendemos aqui em algum momento será aplicado la fora”, concluiu a aluna.

Também participaram do evento de abertura o presidente da Associação dos Delegados de Polícia, José Lindomar Costa, o diretor metropolitano de criminalística da Politec, Emivan Batista de Oliveira, o corregedor geral da PJC, Jesset Arilson Munhoz, o diretor adjunto da Acadepol, Bruno Lima Barcelos, entre outros convidados. 

 

Leia mais:  Três delegadas são homenageadas em amostra que celebra a presença feminina nos 300 anos de Cuiabá

 

Fonte: PJC MT
Comentários Facebook
publicidade

Polícia

Casal foragido do Tocantins é preso em Rondonópolis

Publicado

por

Assessoria | PJC-MT


Os fugitivos do Estado do Tocantins, Milton Bento da Luz e sua mulher, Ana Carla da Silva Gonçalves, foram recapturados em Rondonópolis, na sexta-feira (18).  Milton Bento da Luz é um dos foragidos do Casa de Prisão Provisória (CPP) Paraíso do  Tocantins, no dia 1 de novembro de 2018, após romper as grades do teto da cela.

As prisões foram realizadas pela Polícia Civil, depois de informações recebidas pela Polícia Civil do Tocantins, por meio da Delegacia Estadual de Investigações Criminais – DEIC, Núcleo Paraíso do Tocantins, repassadas a Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) do município.

O casal estava morando no bairro Vila Mineira. A mulher usava nome falso e apresentou documento de identidade falso com o nome Maria Clara da Silva. Seu marido era responsável por comandar, de dentro do presídio, o tráfico de drogas na região do Vale do Araguaia (TO). Ele tem condenação por tráfico interestadual de drogas.

O suspeito é um dos 62 criminosos presos da operação Intramuros, da Polícia Civil do Tocantins, que investiga 75 criminosos. Os mandados de prisão foram expedidos 1ª Vara Criminal de Paraíso do Tocantins,  em março e novembro de 2018.

Fonte: PJC MT
Comentários Facebook
Leia mais:  Polinter fecha fevereiro com 68 mandados de prisão cumpridos (corrigida)
Continue lendo

Polícia

Polícia Civil soluciona 92% dos casos de pessoas desaparecidas

Publicado

por

 Assessoria | PJC-MT


A adolescente D.C.F.L., de 15 anos, foi localizada pela da Polícia Judiciária Civil, no dia 04 de abril, no bairro CPA, em Cuiabá. A menina, que é surda e muda, estava desaparecida desde o último dia 31 de março.

Essa ocorrência é um dos 220 casos de pessoas desaparecidas registrados na Polícia Judiciária Civil, que foram atendidos pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), no primeiro trimestre de 2019.

Deste total, 92% foram localizados, representando 202 registros. Apenas 18 pessoas não foram achadas, sendo 196 encontrados com vida, o que corresponde a 97% dos registros. Seis vítimas foram localizadas mortas (Ajarene da Silva Nardes, Marcelino Ramos de Arruda, Nelson Wolfred Shug Neto, Marcos Vinícius Vargas, Lourenço Marques de Araujo e Jonas de Almeida Silva). Deste casos, dois são tratados com homicídios, 1 foi acidente com veículo, e os demais encontro de cadáver que aguardam os laudos periciais para o esclarecimento.

Ainda de acordo com os dados estatísticos da Polícia Civil, 65% dos desaparecidos são pessoas adultas de ambos os sexos, na faixa de 18 anos a 64, sendo 114 homens e 34 mulheres. Quanto aos adolescentes, o percentual de registro é de 31%, a maioria na faixa entre 12 a 17 anos (39 mulheres e 19 homens).

Leia mais:  Motorista bate carro contra árvore, abandona veículo e vai embora a pé no bairro Jardim São Domingos

Boa parte dos casos foi registrada em Cuiabá e Várzea Grande. Mas também houve registros referentes a pessoas que sumiram no interior e  em outros estados, as quais tiveram providências tomadas pelo Núcleo.

O delegado titular da DHPP, André Renato Gonçalves, disse que o Núcleo de Pessoas Desaparecidas ao longo dos últimos tem sido estruturado, contando atualmente com três investigadores de polícia, uma escrivã, dois estagiários e um delegado respondendo interinamente, em razão da aposentadoria recente do titular.

 “Era muito importante para a unidade  a estruturação desse núcleo e não tenho dúvida de que presta um serviço de excelência à sociedade através da DHPP”, disse o delegado.

André Renato ponderou que o Núcleo é um setor importante dentro da estrutura da DHPP, que integra os três principais núcleos da Especializada: o núcleo operacional que investiga, sobretudo, os homicídios consumados, o núcleo de pessoas desaparecidas, e o núcleo de inteligência que dá suporte aos dois primeiros.

O delegado Fausto Freiras é o delegado que responde pelo núcleo atualmente, cumulativamente com o trabalho operacional.  

Motivação

São diversos os fatores que levam adolescentes, jovens e adultos a sumirem de casa. O afastamento do convívio familiar correspondem 59%.

Foi esse afastamento do convívio que levou a jovem D.C.F.L., de 15 anos, a deixar a casa da avó, que tem sua guarda. A menina ficou quatro dias sem manter contato com família, até que foi encontrada pelo Núcleo de Desaparecidos, em um bairro na região do CPA.

Leia mais:  Polinter fecha fevereiro com 68 mandados de prisão cumpridos (corrigida)

Razões não explicadas ou enigmáticas também foram classificadas, sendo elas 35% dos registros, entre outras motivações diversas, apontadas como evasão de custódia legal, subtração por familiares, cooptação para práticas criminosas, etc.

Quando localizados, na Delegacia foram relatadas peculiaridades ou dados da pessoa encontrada. 37% das vítimas eram usuárias de droga.    

 

Fonte: PJC MT
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana