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Política Nacional

À convite de Bolsonaro, Alcolumbre pode assumir ministério no governo

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Jair Bolsonaro e Davi Alcolumbre
Marcos Corrêa/PR

Jair Bolsonaro e Davi Alcolumbre

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), tem dito a interlocutores que avalia assumir o Ministério do Desenvolvimento Regional, hoje chefiado por Rogério Marinho. Segundo Alcolumbre, o presidente teria dado a ele a opção de escolher a pasta que deseja comandar.

Quando foi sondado, em dezembro do ano passado, chegou a ser aconselhado por aliados a tentar assumir a articulação política do governo, substituindo Luiz Eduardo Ramos, ministro da Secretaria de Governo. Desde que Ramos assumiu, muitos parlamentares se queixam de que não há alguém da classe política à frente dessa tarefa no Palácio do Planalto.

Alcolumbre, porém, tem manifestado preferência pelo Desenvolvimento Regional, conforme antecipou o “Valor Econômico” e foi confirmado pelo GLOBO. Embora ele esteja conversando abertamente sobre o tema no Senado, no governo federal, a ida de Alcolumbre não é dada como certa.

A ideia seria permanecer à frente de um órgão importante para parlamentares e conseguir intermediar entregas de obras nos estados. O ministério teve um orçamento de R$ 25 bilhões em 2020 e centralizou a liberação de boa parte das emendas indicadas por deputados e senadores.

A negociação só deve ocorrer em um momento mais próximo da eleição para a presidência do Senado, no início de fevereiro. Por ora, Alcolumbre está concentrado em eleger Rodrigo Pacheco ( DEM -MG), seu aliado, como presidente. Pacheco é apoiado também pelo governo Jair Bolsonaro.

Um ministério assumido por Davi Alcolumbre é uma de diversas mudanças em estudo no quadro ministerial depois da eleição das Mesas Diretoras na Câmara dos Deputados e Senado. O Ministério da Cidadania pode sair das mãos de Onyx Lorenzoni (DEM). Entre líderes do Congresso, especula-se que o ministério vá para o PP do governista Ciro Nogueira (PI).

Outra vaga disponível é a Secretaria-Geral da Presidência. Ela é ocupada por um interino desde que Jorge Oliveira assumiu uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU), Pedro César Nunes Ferreira Marques de Souza.

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Política Nacional

Moro vira alvo de Bolsonaro, que reconhece que ex-juiz pode tirar votos

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Moro em primeiro lugar
O Antagonista

Moro em primeiro lugar

O lançamento de candidaturas de centro levou Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados a elegerem como alvo preferencial o ex-juiz Sergio Moro (Podemos). Em conversas reservadas, o presidente tem reconhecido que o seu ex-ministro da Justiça e Segurança Pública pode lhe tirar votos preciosos durante as eleições em 2022 .

A estratégia ofensiva de Bolsonaro foi escancarada nessa quinta-feira durante a transmissão de sua live em que chamou o seu ex-ministro da Justiça de “mentiroso deslavado” . Moro lançou um livro em que afirmou que Bolsonaro teria comemorado a decisão que soltou o ex-presidente Lula porque isso o beneficiaria politicamente.

“Falta de caráter é o mínimo que posso falar desse cara. Tem o direito de se candidatar e o povo vai saber se merece ou não o voto. Agora, fazer campanha na base da mentira? Aprendeu rápido a velha política, hein, Moro?”, disse o presidente.

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Bolsonaro, segundo o relato de pessoas próximas, diz que prefere acreditar que a repercussão em volta da pré-candidatura do ex-juiz da Operação Lava-Jato é o efeito natural da novidade de sua entrada na política e ainda aposta no arrefecimento da pré-campanha de Moro, que deve ser alvo de ataques constantes do presidente.

Ao longo da sua live, Bolsonaro falou de Moro por seis minutos ininterruptos, expondo que seu confronto direto agora é com o seu ex-ministro, e não com o ex-presidente Lula, do PT, que lidera as pesquisas de intenção de votos. Segundo interlocutores de Bolsonaro, o embate entre o presidente e Lula poderá ser adiado para um eventual segundo turno.

Conforme mostrou a colunista Bela Megale, Moro começará o ano eleitoral visitando o interior de São Paulo, onde Bolsonaro desponta como nome forte para 2022. O ex-juiz fará uma incursão no Vale do Ribeira, oeste do estado, onde o presidente foi criado.

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‘Lula é imprescindível, mas não é suficiente para frente ampla’, diz Flávio Dino

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'Lula é imprescindível, mas não é suficiente para frente ampla', diz Flávio Dino
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‘Lula é imprescindível, mas não é suficiente para frente ampla’, diz Flávio Dino

O Governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB) afirmou, nesta sexta-feira (3), que o PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva são “imprescindíveis” para a formação de uma frente ampla, mas que apenas isso não é suficiente. Para o governador, a frente ampla é extremamente necessária para  derrotar Bolsonaro na eleição do próximo ano.

“O PT é imprescindível, o Lula é imprescindível, mas não é suficiente (para formar a frente ampla). Acho que o próprio PT concorda com isso”, afirmou o governador, em entrevista ao programa ‘Conversa com Bial’.

“Não se trata de mudar (de posição), mas de entender que numa sociedade plural e complexa como a brasileira eleições sempre são decididas por frentes amplas. Precisa-se de frente ampla para ganhar e para governar (…) Lula, independemente das letrinhas das legendas, tem esse espírito “aliancista”, completou.

Dino também comentou sobre sua recente mudança de partido. Para ele, o PSD pode representar um partido aglutinador de ideias. “O PSB, a meu ver, se candidata a ser uma espécie de confluência de várias vertentes para termos uma esquerda moderna, transformadora, forte e capaz de atrair outros setores sociais”.

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