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8 dicas para usar a moda vintage a seu favor

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Cacá Filippini adere a onda da logomania e incorpora o vintage no dia a dia
Crédito Claudio Paulino

Cacá Filippini adere a onda da logomania e incorpora o vintage no dia a dia


Vestir-se com roupas e acessórios retrô não é sinônimo de visual caricato e nem de estar fora da moda, ao contrário. Cada vez mais tendência, marcas estão lançando novas coleções com um “quê” do passado. Mas você não precisa se apavorar e nem gastar rios de dinheiro, a solução é inserir, aos poucos, elementos de moda vintage
e compor looks com as peças que você já tem.

Garimpe as relíquias fashionistas da família, com essas 8 dicas infalíveis:

1.    Aposte no blazer

O blazer é capaz de garantir produções com 100% de satisfação no quesito elegância e é uma peça quase que comum a todos os guarda-roupas. Inclusive, um modelo masculino, ajustado ao seu corpo, é muito bem vindo e dá aquele Upgrade a sua produção.

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 2.    Misture o masculino ao feminino

Já que vivemos em um momento de moda
agênera, nada melhor do que essa oportunidade para você incluir isso no seu dia a dia, sem perder o estilo. Quebre a proposta delicada e super presente no estilo vintage
com peças de mood masculino – modelagem boyfriend e sapatos mais pesados, são ótimas opções e não causam grandes impactos a produção.


Use e abuse do estilo agênero
Imagem / divulgação

Use e abuse do estilo agênero


3.    Barras dobradas

Quer usar uma calça vintage mas a barra está muito comprida? Dobre! Quanto mais pra cima do calcanhar, mais moderno fica.


Descomplique, dobre a barra, e vai!
Imagens de divulgação

Descomplique, dobre a barra, e vai!

4.    Vestido de alcinha

Outra pedida do passado que está de volta nesse verão, é o vestido de alcinha com a camisetinha básica por baixo. Além de ficar super charmoso, ainda conforta aquelas que não dispensam o sutiã mas não se sentem á vontade com a alça da lingerie aparente.


Cacá Filippini mostra mais uma forma de usar a camiseta básica
Imagens de divulgação

Cacá Filippini mostra mais uma forma de usar a camiseta básica

5.    Acessórios

Investir em acessórios retrô é a melhor maneira de ir entendendo o que serve para o seu estilo e o que não dá pra usar.  As famosas pérolas à la Audrey Hepbur, compõem looks românticos com bolsinhas delicadas e sapatos tipo boneca. Para as mais discretas, óculos e cintos, podem ajudar na produção.


Não quer arriscar muito, aposte em um acessório e entre na moda vintage
Imagens de divulgação

Não quer arriscar muito, aposte em um acessório e entre na moda vintage

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6.    Logomania

Como o próprio nome diz, a logomania tem a ver com logotipos. Famosa no final dos anos 90 ganha força na  tendência da moda vintage
. E quanto maior a marca, melhor! Eu mesma, já aderi em algumas das minhas composições.


Nossa colunista, Cacá Filippini se rendeu a logomania e desengavetou peças chaves
Claudio Paulino

Nossa colunista, Cacá Filippini se rendeu a logomania e desengavetou peças chaves

7.    Vestido com tênis

Onda que tomou conta das mulheres desde 2018, vem mais uma vez com tudo e só melhora. Livres da tortura de saltos, vai bem até com um vestidinho rodado, a la anos 50, ou mais fluido e longo. O tênis branco é o mais usual, mas não tenha medo de experimentar cores e estampas nos pés também.


Desliga o complicometro, veste o tenis e vai ser feliz
Imagens de divulgação

Desliga o complicometro, veste o tenis e vai ser feliz


8.    Penteado

Que tal um lenço nos cabelos para dar aquele charme e a ideia do retro? Sim, essa pode ser uma opção para quem ainda tem receio e quer começar aos poucos.


Além de estar na moda, o lenço pode ser seu aliado no
Imagens de divulgação

Além de estar na moda, o lenço pode ser seu aliado no “bad hair day”

 Mas acima de tudo, respeite o seu estilo. Seja fiel ao que você é e que te faz sentir-se bem. Teste as possibilidades. Eleja uma época para se inspirar. Brinque com as produções, misture texturas e materiais e arrase por onde for! O principal, é desligar o “complicômetro” e aproveitar mais o que realmente importa.

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Das ruas para a Vogue: Jessica viu sua vida mudar após viralizar na internet

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No dia 23 de junho, o Projeto Existimos , focado em trazer visibilidade e ajudar transexuais que estão em situação de rua, postou um vídeo da Jessica Piovani contando a sua história. O vídeo, que já foi excluído da página, viralizou e passou de 137 mil likes e incontáveis compartilhamentos. Como consequência, a vida de Jessica mudou radicalmente em poucas semanas. 


jessica piovani
Instagram/Reprodução

Após sair das ruas, Jessica está em busca de uma oportunidade de emprego como cabeleireira

No vídeo em que fala sobre sua trajetória, ela relata que viu a amiga e irmã, que também era transexual, ser assassinada a pedradas, em sua cidade de origem, Natal (RN).  Isso fez com que Jessica fosse obrigada a esconder sua identidade por medo de morrer e começasse a sofrer de depressão. 

“Eu não quero que aconteça com ninguém o que aconteceu com a minha irmã, que ficou impune. Até hoje, 1 ano depois, o laudo não saiu. Sou de Natal (RN) e hoje eu tô em São Paulo para ficar viva. Deixei minha mãe sozinha, tudo o que eu mais amava. E tô aqui, morando na rua”, desabafa Jessica no vídeo.

Uma das muitas pessoas que assistiram e ficaram tocadas pela história de Jessica foi Marcelo Zill, que decidiu ajudá-la oferecendo um lugar para morar. Quando Marcelo conseguiu localizá-la, Jessica estava um pouco desorientada e não aceitou ir para a casa dele de imediato.

“Então eu deixei um celular extra que eu levei comigo com uma pessoa que estava com ela, anotei meu contato e falei que ela poderia me ligar caso mudasse de ideia. No dia seguinte, às 11h, ela me ligou e disse ‘ainda tá de pé a proposta de ir morar com você?’ e eu disse ‘claro, vou aí te buscar’”, contou Marcelo ao iG Delas.


Marcelo abriga outras transexuais em sua casa e, segundo ele, faz isso porque também já sofreu preconceito e foi morar na rua por conta da sua homossexualidade, que não foi aceita pela família. Assim como Jessica, Marcelo saiu do nordeste e foi para São Paulo para poder ser quem é. “Essas histórias me tocam porque me identifico, mas também é uma questão de humanidade, quero ajudar como posso”, afirma.

Nova vida

Após ser abrigada na casa de Marcelo, Jessica Piovani ainda recebeu uma chuva de apoiadores e admiradores. Uma dessas pessoas é o artista Caio Razz, que além de estar ajudando a transexual com custos, fez um ensaio fotográfico luxuoso em que ela está coberta de maquiagem dourada pelo corpo e uma peruca longa e loira.

O ensaio foi divulgado pela Vogue Brasil na última quinta-feira (02) trazendo ainda mais visibilidade para Jessica, que conseguiu um celular por meio de uma vaquinha online que o Caio Razz iniciou. Agora, ela tem um perfil no Instagram que já passa de 25 mil seguidores. 

Jessica, que também é cabeleireira, está utilizando seu perfil para divulgar  uma vaquinha para que ela possa comprar materiais e abrir seu próprio salão. A meta do financiamento é de R$ 15.000.

Confira o vídeo com um pouco da história de Jessica que viralizou:


Fonte: IG Mulher

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Cidade nos EUA regulariza relacionamentos poliamorosos por conta de covid-19

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A cidade de Somerville, em Massachussets decidiu reconhecer relacionamentos poliamorosos como oficiais. A mudança foi determinada para que pessoas possam visitar seus parceiros que estão internados por covid-19 nos hospitais mesmo sem serem casadas.

trisal
Pixabay

Membros de relacionamentos poliamorosos poderão visitar seus companheiros nos hospitais de Somerville

O conselho da cidade aprovou a medida na semana passada. “As pessoas vivem em relacionamentos poliamorosos e provavelmente têm uma eternidade. No momento, nossas leis negam sua existência e isso não me parece o caminho certo para escrever leis em qualquer nível”, disse Davis. 

A lei também já passou pelo prefeito Joseph Curtatone e deve entrar em vigor em breve. Em muitos países do mundo, relacionamentos poligâmicos não podem ser oficializados. No Brasil, egundo o artigo 235 do Código Penal, se pessoas já casadas consagrarem o matrimônio novamente, podem pegar entre dois e seis anos de reclusão.

Fonte: IG Mulher

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