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Economia

59% dos brasileiros concordam que é preciso reformar Previdência, diz Ibope

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Reprodução/ Twitter

Reforma da Previdência proposta por Jair Bolsonaro (PSL) não é aceita pela maioria da população brasileira


A maioria dos brasileiros concorda que é preciso fazer uma reforma da Previdência no País. De acordo com uma pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada pelo Ibope nesta quarta-feira (8), 59% da população acredita na necessidade de mudanças nas regras de aposentadoria.

Leia também: Relator da Previdência quer encerrar debates na comissão até 29 de maio

Apesar dos 59% dizerem ser favoráveis a uma reforma, mais da metade dos brasileiros é contra a proposta de nova Previdência atual, entregue pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) no dia 20 de fevereiro e atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados.

Entenda:

Quando perguntados sobre a necessidade de uma reforma da Previdência , 59% concordam, 36% discordam e 6% não tem opinião formada.

  • Concordam: 59%
  • Discordam: 36%
  • Não sabem/não responderam: 5%
  • Não concorda nem discorda: 1%

Leia também: Falta “noção de prioridade” a Bolsonaro, ataca líder de comissão da Previdência

Já quando questionados sobre a proposta específica da equipe econômica de Bolsonaro ,  o cenário muda e a maioria da população se diz contrária às mudanças no sistema de aposentadoria .

  • A favor: 39%
  • Contra: 51%
  • Não sabe/não respondeu: 10%

Idade mínima

O levantamento aponta, ainda, que o apoio da população ao estabelecimento de uma idade mínima para a aposentadoria tanto de homens quanto de mulheres aumentou, atingido 72% das pessoas.

  • Concordam: 72%
  • Discordam: 23%
  • Não sabem/não responderam: 4%
  • Não concorda nem discorda: 1%

Para fazer a pesquisa, o Ibope ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre os dias 12 e 15 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais tanto para cima quanto para baixo.


Fonte: IG Economia
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Após suspensão de demissões pelo TRT, Petrobras reitera posição de desligamento

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Divulgação/FUP

Forte protesto dos sindicatos da categoria mantém estado de greve em várias unidades há 19 dias

A Petrobras continua decidida a encerrar as atividades da fábrica de fertilizantes paranaense Araucária Nitrogenados (Ansa), além de demitir os 396 empregados da unidade, apesar do forte protesto dos sindicatos da categoria que mantém estado de greve em várias unidades há 19 dias.

Em nota, a estatal destacou que na audiência de conciliação marcada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Paraná, para o próximo dia 6 de março, será discutido com o Sindiquímica-PR “as condições do pacote de benefícios para os desligamentos dos seus 396 empregados dentro do cronograma de hibernação previsto.”

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Nesta terça, durante reunião de conciliação entre as partes, a desembargadora Rosali Batista (TRT-PR), determinou a suspensão temporária das demissões até a reunião prevista para o dia 6 de março.

A Petrobras explicou ainda sobre os benefícios que estão sendo concedidos aos empregados que serão demitidos.

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Segundo a estatal, além das verbas rescisórias legais, o pacote já oferecido pela Ansa inclui valores até R$ 210 mil, de acordo com a remuneração e o tempo de trabalho; manutenção de plano médico e odontológico, benefício farmácia e auxílio educacional por 24 meses, além de uma assessoria especializada em recolocação profissional.

A Petrobras lembrou ainda que a fábrica de fertilizantes já está em hibernação, ou seja, com suas operações parada.

Fonte: IG Economia
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Empresário é condenado por trabalho escravo de onze que bebiam água de animais

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 O juiz federal convocado Marlon Sousa, relator, apontou que o crime de redução a condição análoga à de escravo ficou comprovado pela série de provas juntadas aos autos arrow-options
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O juiz federal convocado Marlon Sousa, relator, apontou que o crime de redução a condição análoga à de escravo ficou comprovado pela série de provas juntadas aos autos

O dono de uma carvoaria no município de Eldorado dos Carajás (PA), a 640 quilômetros da capital Belém, foi condenado a seis anos, quatro meses e quinze dias de prisão e ao pagamento de multa por ter submetido onze funcionários a condições análogas às de escravo.

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A decisão foi dada pelos desembargadores da 3.ª Turma do TRF-1 no último dia 21 de janeiro, sendo que o acórdão foi publicado no dia 31. Segundo a denúncia, os empregados tinham de consumir a mesma água que animais bebiam e estavam alojados em local precário, sem instalações sanitárias.

“Conclusão lógica é a de que o réu optou de forma clara e deliberada por explorar a necessidade e a desgraça alheia no intento de maximar o lucro advindo da atividade criminosa. Fica patente o dolo do acusado em submeter os trabalhadores a condições degradantes de trabalho, sendo perfeita a relação de adequação típica aos fatos narrados na inicial”, afirmou relator do caso, o juiz federal convocado Marlon Sousa.

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No julgamento, os magistrados acolheram recurso do Ministério Público Federal contra decisão do Juízo da Vara Única da Subseção Judiciária de Marabá que havia absolvido o dono da carvoaria.

Ao TRF-1, a Procuradoria alegou que as provas contidas nos autos eram suficientes para atestar a autoria dos crimes imputados ao denunciado. A peça apresentava dados sobre fiscalização feita pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) do extinto Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE).

Durante a ação, os agentes verificaram que empregados não tinham equipamento de proteção individual (EPI), consumiam a mesma água que animais e viviam em alojamentos precários, sem instalações sanitárias.

Além disso, os trabalhadores não possuíam carteira de trabalho e foram encontrados ainda indícios de servidão por dívida.

Segundo o juiz federal Marllon Sousa, da 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), relator da decisão, a materialidade do crime ficou configurada pela declaração de duas vítimas, pelos depoimentos de duas testemunhas de acusação, pelo registro fotográfico na carvoaria, pelos termos de declarações e pela anotação de dívidas contraídas pelos empregados.
O juiz federal afirmou, também, que a autoria é clara, pois o único beneficiado pela exploração dos trabalhadores era o acusado, proprietário da carvoaria que leva o nome dele.

Fonte: IG Economia
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