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35 mil crianças e adolescentes foram mortos de forma violenta, diz UNICEF

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Entre 2016 e 2020, 35 mil crianças e adolescentes de 0 a 19 anos foram mortos de forma violenta no Brasil – uma média de 7 mil por ano. Além disso, de 2017 a 2020, 180 mil sofreram violência sexual – uma média de 45 mil por ano. É o que revela o Panorama da Violência Letal e Sexual contra Crianças e Adolescentes no Brasil, lançado nesta sexta-feira pelo UNICEF e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Segundo o documento, feito com base na análise de boletins de ocorrências, mais Distrito Federeal, a violência se dá de forma diferente de acordo com a idade da vítima. Crianças morrem, com frequência, em decorrência da violência doméstica, perpetrada por um agressor conhecido. O mesmo vale para a violência sexual contra elas, cometida dentro de casa, por pessoas próximas.

Já os adolescentes morrem, majoritariamente, fora de casa, vítimas da violência armada urbana e do racismo. Eles correspondem à maioria das vítimas. Das 35 mil mortes violentas de pessoas até 19 anos identificadas entre 2016 e 2020, mais de 31 mil tinham entre 15 e 19 anos.

A violência letal teve um pico entre 2016 e 2017 e vem caindo, voltando aos patamares dos anos anteriores. Ao mesmo tempo, o número de crianças de até 4 anos vítimas de violência letal tem aumentado.

“A violência contra a criança acontece, principalmente, em casa. A violência contra adolescentes acontece na rua, com foco em meninos negros. Embora sejam fenômenos complementares e simultâneos, é crucial entendê-los também em suas diferenças, para desenhar políticas públicas efetivas de prevenção e resposta às violências”, afirmou Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil.

“A violência contra crianças e adolescentes é um problema grave, que precisa ser cada vez mais discutido por nossa sociedade. São vítimas dentro de suas próprias casas enquanto são pequenas e sofrem com a violência nas ruas quando chegam à pré-adolescência. O Poder Público precisa encarar a questão com seriedade e evitar que mais vidas sejam perdidas a cada ano”, diz Samira Bueno, diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.


Violência contra a criança, um crime dentro de casa

Entre 2016 e 2020, foram identificadas pelo menos 1.070 mortes violentas de crianças de até 9 anos de idade. Em 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, foram 213 crianças dessa faixa etária. Houve um aumento na faixa de até 4 anos, idade considerada a primeira infância. Essa mortes aumentaram 27% de 2016 a 2020 – passando de 112, em 2016, para 142, em 2020.

No total de crianças de até 9 anos mortas de forma violenta, 56% eram negras; 33% das vítimas eram meninas; 40% morreram dentro de casa; 46% das mortes ocorreram pelo uso de arma de fogo; e 28% pelo uso de armas brancas ou por “agressão física”. Esse perfil muda bastante nas faixas etárias seguintes.

Violência armada urbana, um crime contra o adolescente negro

Em todas as idades, as principais vítimas de mortes violentas são os meninos negros, perfil que se intensifica ainda mais na adolescência. Para os meninos, a faixa etária dos 10 aos 14 anos marca a transição da violência doméstica para a prevalência da violência urbana. Nessa idade, começam a predominar mortes fora de casa, por arma de fogo e com autor desconhecido.

Quando os adolescentes chegam à faixa etária de 15 a 19 anos, essa transição no perfil da violência letal está consolidada. As mortes violentas têm alvo específico: mais de 90% das vítimas são meninos e 80% são negros.

Apesar de permanecer alto, o número de mortes violentas de adolescentes de 15 a 19 anos caiu de 6.505 em 2016 para 4.481 em 2020.

Mortes por intervenção policial

Esses meninos, pretos e pardos, morrem fora de casa, por armas de fogo e, em uma proporção significativa, são vítimas de intervenção policial. Em 2020, nos 24 estados em que há dados (exceções são BA, DF e GO), um total de 787 mortes de crianças e adolescentes de 10 a 19 anos foram identificadas como mortes decorrentes de intervenção policial (MDIP). Esse número representa 15% do total das mortes violentas intencionais nessa faixa etária, e indica uma média de mais de duas mortes por dia no País.

Violência sexual, um crime com autor conhecido

A violência sexual é um crime que acontece prioritariamente na infância e no início da adolescência. Devido a problemas com os dados de 2016, a análise dos registros de violência sexual refere-se ao período entre 2017 e 2020.

Nesses quatro anos, foram registrados 179.277 casos de estupro ou estupro de vulnerável com vítimas de até 19 anos – uma média de quase 45 mil casos por ano. Crianças de até 10 anos representam 62 mil das vítimas nesses quatro anos – ou seja, um terço do total.

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A grande maioria das vítimas de violência sexual é menina – quase 80%. Para elas, um número muito alto de casos envolve vítimas entre 10 e 14 anos de idade, sendo 13 anos a idade mais frequente. Para os meninos, o crime se concentra na infância, especialmente entre 3 e 9 anos de idade. A maioria dos casos de violência sexual contra meninas e meninos ocorre na residência da vítima. Nos casos em que há informações sobre a autoria dos crimes, 86% dos autores eram conhecidos.

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Em 2020 – ano marcado pela pandemia de Covid-19 -, houve uma queda no número de registros de violência sexual. Foram 40 mil registros na faixa etária de até 17 anos em 2017 e 37,9 mil em 2020. No entanto, analisando mês a mês, observamos que, em relação aos padrões históricos, a queda se deve basicamente ao baixo número de registros entre março e maio de 2020 – justamente o período em que as medidas de isolamento social estavam mais fortes no Brasil. Essa queda provavelmente representa um aumento da subnotificação, não de fato uma redução nas ocorrências.

A urgência de políticas capazes de prevenir e responder à violência Diante desse cenário, há medidas fundamentais que precisam ser priorizadas no País, com foco em prevenir atos de violência letal e sexual contra crianças e adolescentes, e em dar respostas a esses crimes. Essas respostas pressupõem um olhar específico para as diferentes etapas de vida e para as diferentes formas de violência mais prevalentes em cada momento da infância e na adolescência.

Entre as principais recomendações, destacam-se:

• Não justificar nem banalizar a violência

• Cada vida importa, e cada criança, cada adolescente deve ser protegido de todas as formas violências. Não se pode normalizar as mortes e a violência sexual, é preciso enfrentar esses crimes.

• Toda pessoa que testemunhar, souber ou suspeitar de violências contra crianças e adolescentes deve denunciar. Proteger é responsabilidade de todos.

• Capacitar os profissionais que trabalham com crianças e adolescentes

• Eles são fundamentais para prevenir, identificar e responder às violências contra a infância e a adolescência. Ampliar a implementação da Lei 13.431, voltada à escuta protegida de crianças e adolescentes vítimas e testemunhas de violência.

• Trabalhar com as polícias para prevenir a violência

• Investir em protocolos, treinamentos e práticas voltadas à proteção de meninas e meninos.

• Garantir a permanência de crianças e adolescentes na escola

• Entendendo a escola e os profissionais da educação como atores centrais na prevenção e resposta à violência.

• Ampliar o conhecimento de meninas e meninos sobre seus direitos e os riscos da violência

• Para prevenir e responder à violência, é importante garantir que crianças e adolescentes tenham acesso a informação, conheçam seus direitos, saibam identificar diferentes formas de violência e pedir ajuda.

• Responsabilizar os autores das violências

• Garantir prioridade nas investigações sobre violências contra crianças e adolescentes.

• Investir no monitoramento e na geração de evidências

• Levantamentos como este Panorama são essenciais para entender o cenário das violências e tomar medidas para enfrentá-lo.

Cada uma dessas recomendações é essencial para mudar o cenário atual e proteger crianças e adolescentes da violência. A cada vida perdida, a infância e a adolescência inteiras são atingidas.

Fonte: IG Mulher

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Simpatias para fazer o ex voltar: aprenda rituais poderosos

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Simpatias para fazer o ex voltar: aprenda rituais poderosos
Redação João Bidu

Simpatias para fazer o ex voltar: aprenda rituais poderosos

As simpatias podem ser uma alternativa para quem precisa de um ‘empurrãozinho’ para fazer as coisas mudarem. Se seu relacionamento acabou e você ainda acha que vale uma nova chance, confira como fazer algumas simpatias para fazer o ex voltar e dar um novo ar para a relação!

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10 simpatias para fazer o ex voltar correndo para você

1. Seu ex voltar para você

Numa noite de sexta-feira, escreva com uma caneta de qualquer cor o nome do seu ex-namorado ou ex-marido em uma folha de papel branco. Em seguida, enterre esse papel num vaso de planta que tiver em casa, direcionando os seus pensamentos para essa pessoa com quem deseja se reconciliar. Desse dia em diante, regue a planta sempre com muito carinho.

2. Para o seu amor não esquecê-la

Usando linha vermelha, costure uma calcinha sua em uma cueca dele, borrifando sobre elas o seu perfume preferido. Guarde em sua gaveta de peças íntimas, onde ninguém mexa. Sempre que acontecer um fato feliz entre você e seu amado, lave as peças costuradas e faça um último enxágue com água misturada a uma pitada de açúcar. Coloque as peças para secar ao sol e guarde no mesmo local onde estavam antes.

3. Fazer o ex voltar

Para voltar com seu ex-namorado, repita: “Credo santo, credo forte, credo da vida, credo da morte, (diga o nome da pessoa), comigo você não pode. Esteja preso embaixo do meu pé esquerdo (repita mais três vezes o nome do seu amor), 1, 2, 3”. Bata o pé três vezes no chão e reze um Pai-Nosso.

4. Reconquistar o ex

Coloque um papelzinho com o nome do seu amado escrito e três colheres (sopa) de açúcar em um copo novo. Acrescente água até a metade do copo. Coloque em um lugar mais alto do que a sua cabeça e acenda uma vela branca, em um pires, ao lado do copo. Tenha cuidado para não deixar a vela cair. Ofereça ao seu anjo da guarda e ao anjo do seu ex-namorado, rezando uma Ave-Maria. No dia seguinte, jogue tudo no lixo, inclusive o copo e o pires. 

5. Ter de volta o seu amor

Acorde cedo, encoste um copo novo de vidro em sua boca e diga, três vezes, dentro dele o nome do seu ex-namorado. Guarde o copo de boca pra baixo durante cinco dias. Lave o copo no sexto dia e guarde novamente. Quando a pessoa amada vier falar com você, sirva uma bebida para ela no copo. Não deixe de rezar um Pai-Nosso para Santo Antônio todas as noites até conseguir o que deseja.

6. Reconquistar amor antigo

Desenhe em uma folha de papel o número de corações correspondentes à sua idade (por exemplo, se você tem 18 anos, faça 18 corações). Em seguida, acenda uma vela sobre um pires, pedindo para que o seu anjo da guarda traga o seu ex-amor de volta. Espere a vela chegar ao fim e jogue os restos no lixo. O pires pode ser reutilizado, depois de lavado. Guarde o desenho na sua gaveta de calcinhas, até conseguir realizar o seu desejo. Depois, jogue no lixo.

7. Reconquistar paixão

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No dia em que você se encontrar com ele, ao chegar em casa, coloque em um litro de água fervente sete folhas de malva, sete pétalas de girassol, sete pétalas de rosas vermelhas, sete gotas de mel e um pouco de açúcar. Deixe a mistura descansar por alguns minutos e coe. Enquanto espera a água esfriar, faça uma prece para Santo Antônio, dizendo: “Que esse amor volte para mim, assim como o vento sempre volta a soprar”. Depois, despeje a água no seu corpo, do pescoço para baixo, principalmente na região do ventre. Pegue os restos do banho, coloque em um saquinho e deixe debaixo do seu travesseiro com a foto do seu amor por três dias. Depois jogue o saquinho no lixo e guarde a foto.

8. Para voltar com antigo amor

Acenda uma vela vermelha, sobre um pires, ao lado de uma imagem de Santo Antônio. Espere queimar até a metade e diga: “Santo Antônio casamenteiro, faz-me reconquistar meu amado, pois me sinto só. Seu poder é grande e sei que posso contar com a Vossa ajuda. Assim seja!”. No dia seguinte, acenda a metade restante da vela, repita a oração e deixe queimar até o fim. Jogue os restos da vela no lixo. Lave e volte a usar o pires como de costume. 

9. Voltar com antiga paixão

Em uma noite de Lua Cheia, fique na janela de sua casa com algum objeto que tenha marcado a união de vocês e diga: “esta luz que brilha fará uma trilha que me levará até você”. Guarde o objeto em um local onde ninguém mexa e faça uma oração de sua devoção.

10. Reconciliação no amor

Para voltar com seu ex-namorado, repita: “Credo santo, credo forte, credo da vida, credo da morte, (diga o nome da pessoa), comigo você não pode. Esteja preso embaixo do meu pé esquerdo (repita mais três vezes o nome do seu amor), 1, 2, 3”. Bata o pé três vezes no chão e reze um Pai-Nosso.

Quais dessas simpatias para fazer o ex voltar você já realizou? Comente!

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    Mapa do Amor: entenda como os astros interferem na sua vida amorosa e sexual

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    Mapa do Amor: entenda como os astros interferem na sua vida amorosa e sexual
    Redação João Bidu

    Mapa do Amor: entenda como os astros interferem na sua vida amorosa e sexual

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    Todos os seres vivos, quando nascem, têm uma “assinatura astral”, na qual estabelecem uma relação direta sobre cada um dos aspectos da sua vida, inclusive no campo do amor. Sabe aquelas situações que insistem em acontecer? Mesmo você fazendo de tudo para evitar, elas simplesmente acontecem? Ou ainda quando está tudo bem dentro do seu relacionamento e, sem menos esperar, acontece uma reviravolta e deixa tudo de pernas para o ar? Isso pode ser explicado pela Astrologia e por sua assinatura astral.

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    Os astros são uma das forças mais poderosas da natureza, que interferem em cada ser vivo. Portanto, se conseguirmos estar em sincronicidade com essa força celestial, será mais fácil atingirmos nossa merecida felicidade.

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