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Polícia

2º Curso Antissequestro inicia sexta-feira (23/11) com aula inaugural no auditório da PJC

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Assessoria | PJC-MT

O 2º Curso de Operações Antissequestro, coordenado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado, em parceria com a Academia de Polícia (Acadepol), inicia nesta sexta-feira (23.11). A abertura com aula inaugural do delegado Fábio Nelson Fernandes,  titular da Divisão Antissequestro da Polícia Civil de São Paulo,  ocorrerá no auditório da sede da Diretoria Geral da PJC, às 08h30.

O curso terá 24 alunos, sendo eles policiais da Gerência Combate ao Crime Organizado (GCCO), Gerência de Operações Especiais (Goe), de delegacias da Policia Civil do interior e capital, e dois policiais da unidade Antissequestro do Estado de Rondônia. O curso segue até o dia 7 de dezembro de 2018. 

O delegado titular da GCCO, Diogo Santana falou da importância do nivelamento dos conhecimentos e dos procedimentos operacionais entre delegados e investigadores de polícia, que trabalham em outras unidades  policiais.

 “O treinamento dos policiais possibilitará o atendimento mais eficaz das ocorrências e a uniformização dos procedimentos que envolvem os crimes de extorsão mediante sequestro, roubo e furto a banco e roubo e furto de defensivos agrícolas em todo o estado”, afirmou.

O curso trará conhecimento técnico/procedimental ao policial que atua na linha de frente, visando à adoção do procedimento operacional padrão (Pop), que foi criando durante o primeiro curso antissequestro, que ocorreu em novembro de 2017, quando foram formados 20 profissionais de segurança pública (5 delegados, 13 investigadores, 1 escrivão e 1 bombeiro militar).

As instruções serão ministradas por policiais civis do GCCO, Gerência de Operações Especiais (GOE), Batalhão de Operações Especiais (Bope), Inteligência, Delegacia de Entorpecentes (DRE), delegados e Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPaer).

Também haverá instruções ministradas por profissionais da área de bancos e empresas ligadas a defensivos agrícolas.

Cidades

Filhos de 2 e 3 anos viram pai esfaqueando o avô até a morte

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A família de Gilvanir Germano Neto, de 43 anos, ainda não consegue acreditar na forma brutal como ele foi assassinado pelo próprio genro na noite de domingo, 07, em Brasnorte. Os netos da vítima e filhos do agressor, de 2 e 3 anos, testemunharam o crime.

Devido à relação de proximidade entre os dois, o caso para eles se torna ainda mais emblemático.

“Ele se dava tão bem com o genro. Todo mundo está chocado, ninguém esperava por isso. Foi uma fatalidade que ninguém sabe explicar”, afirmou a técnica em enfermagem Sueli Germano Neto, irmã de Gilvanir.

Segundo ela, onde estava o irmão estava também o genro. O agressor chegou a morar com esposa – filha de Gilvanir – e os filhos na casa da vítima quando ficou desempregado. Só recentemente, depois de conseguir um emprego, o casal alugou um imóvel só para eles. “Esse genro morava dentro da casa dele, usava o carro dele. Eles tinham uma convivência muito boa, ninguém sabe como isso aconteceu”.

Sueli ouviu de testemunhas no hospital que o genro chegou dizendo que havia feito uma loucura e pediu para ser morto, tal como fez com o sogro. “O Samu chegou para estabilização, mas ele [Gilvanir] já estava sem vida. O genro pedia para as enfermeiras matarem ele, pedia para os policiais matarem ele, foi juntando muita gente, foi uma loucura”.

Último encontro em família

A família se reuniu e passou o domingo, 07, na casa dos sogros de Gilvanir. Tudo estava em harmonia quando, de forma repentina durante um jogo de baralho, o genro da vítima começou a xingar a esposa. O homem estava alcoolizado nesse momento.

Desconsertada com a situação, a jovem pediu para que fossem embora. “Ele saiu com o carro em desespero, cantando pneu e daí os parentes foram atrás para ver o que estava acontecendo”.

À família, a jovem relatou que o marido dava freadas bruscas que faziam com ela batesse o rosto no painel do carro. Enquanto tentava consolar os filhos que choravam no banco de trás, chegou a receber um soco no rosto.

A jovem teria pedido ao marido para parar, pois estava muito alterado, que dessa forma era para ele pegar as suas coisas e ir embora. “Em casa ele falou pra ela que não não ia embora, ou ele matava ela ou ela o matava”, afirmou Sueli.

Assim que essa conversa aconteceu, chegou uma familiar e, em seguida, Gilvanir, para tentar intervir. “Já foi recebendo meu irmão na porta com duas facas, quando ele [Gilvanir] perguntou o que estava acontecendo, já foi ferindo ele”, contou. Mesmo depois de cair no chão, Gilvanir continuou sendo golpeado.

A vítima foi atingida em várias partes do corpo, alguns dos ferimentos foram no rosto e pescoço. “Ele morreu sem nenhuma defesa”. O crime foi cometido diante da família, incluindo as crianças, mas ninguém conseguiu intervir. “A esposa, os filhos, todos viram acontecer e ninguém conseguiu conter ele, foi tudo muito rápido, muito mesmo, foi uma coisa desesperadora”.

O agressor foi preso e responderá pelo crime de homicídio.

Fonte: Mídia News

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Cidades

Bandidos invadem casa, roubam armas e morrem em troca de tiros com a PM

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Dois bandidos morreram em um confronto com a Polícia Militar, realizado na noite de quarta-feira (03), minutos após eles invadirem uma casa e roubarem armas de fogo, na cidade de Diamantino (154 km de Tangará da Serra). O terceiro envolvido na ação criminosa foi preso.

Narra o boletim de ocorrência, que a PM foi acionada sobre uma situação de roubo à residência na região de Novo Diamantino. Três homens, sendo dois armados, invadiram a propriedade onde renderam os moradores e roubaram armas, joias, três armas e uma caminhonete S10.

No trajeto para o local do crime, os militares avistaram a caminhonete S10 roubada, dando início à perseguição. Durante a fuga, os bandidos chegaram a atirar contra a viatura da PM. Os policiais por sua vez, revidaram os tiros, mas ninguém foi atingido.

Em alta velocidade, os assaltantes atropelaram uma motocicleta, perderam o controle da direção e bateram no muro de uma casa. Sem ter como fugir, eles voltaram a atirar contra os PMs dando início à troca de tiros. No confronto, dois dos bandidos foram baleados.

Eles chegaram a ser socorridos e encaminhados ao hospital, mas não resistiram e vieram a óbito. Já o terceiro envolvido no assalto resolveu se entregar, foi algemado e encaminhado para a delegacia.

Com os criminosos foram apreendidas cinco armas de fogo, sendo três revólveres calibre 38, duas espingardas, 20 munições intactas e quatro deflagradas. O caso foi registrado e deverá ser investigado pela Polícia Civil.

Fonte: Repórter MT

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