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Tecnologia

25% dos brasileiros ficam uma semana por mês sem acesso à internet

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População mais pobre fica sem acesso à internet todos os meses
Unsplash/ROBIN WORRALL

População mais pobre fica sem acesso à internet todos os meses

55 milhões de brasileiros, cerca de um quarto da população do país, ficam uma semana por mês sem acesso à internet, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva e pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).

Isso acontece porque 45% dos mais pobres, das classes C, D e E, têm planos de telefonia cuja franquia de internet acaba antes do fim do mês. A duração média dos pacotes é de 23 dias, e chega a 19 dias entre os mais vulneráveis.

Sem o pacote de internet no celular funcionando, dá para concluir que essas pessoas ficam sem internet porque 91% delas usam o smartphone como principal – e muitas vezes único – dispositivo de acesso à rede.

Para quem fica sem acesso à rede móvel por sete dias ou mais, as principais alternativas são Wi-Fi público, privado ou roteamento de internet de outros celulares, revelou a pesquisa.

O levantamento ainda mostra que, com a falta de internet, 66% das pessoas já deixaram de realizar alguma atividade online. Dentre elas, estão: pesquisar se uma informação recebida era notícia falsa (30%), acompanhar aulas ou cursos (35%), acessar serviços públicos (33%), transferir dinheiro (43%), agendar um exame (28%), acessar um serviço de saúde (31%) ou buscar informações sobre a Covid-19 (36%).

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“A conectividade é um meio de democratizar o acesso à informação e esse acesso diferenciado acentua o gap educacional entre os mais pobres e os mais ricos. Os microempreendedores que sobreviveram na pandemia tinham internet para vender em lojas virtuais, para oferecer seus serviços por aplicativo”, afirma Renato Meirelles, presidente do Locomotiva, em entrevista à Folha de S. Paulo. “Já o jovem pobre teve dez dias a menos de estudo”.

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Tecnologia

TikTok é a marca que mais cresce no mundo e Apple é a mais valiosa

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TikTok é a marca que mais cresce em todo o mundo
Unsplash/Kon Karampelas

TikTok é a marca que mais cresce em todo o mundo

O TikTok é a marca que mais cresce em todo o mundo, de acordo com o relatório Global 500 2022, da Brand Finance. O aplicativo de vídeos curtos teve crescimento de 215%, com valor de marca saltando de US$ 18,7 bilhões, em 2021, para US$ 59 bilhões, neste ano.

“O consumo de mídia aumentou durante a pandemia de Covid-19 mas, além disso, a maneira como consumimos mudou irrevogavelmente. Para competir nesse mercado em evolução, as organizações de mídia investiram pesadamente em suas marcas – desde a aquisição de conteúdo até a experiência do usuário. O crescimento meteórico do TikTok é a prova: a marca passou de relativa obscuridade para renome internacional em apenas alguns anos e não mostra sinais de desaceleração”, diz no relatório David Haigh, presidente e CEO da Brand Finance.

Depois do TikTok, o ranking de marcas com maior crescimento é seguido pela rede social Snapchat, pela marca de internet sul-coreana Kakao, a fabricante de processadores AMD, a fabricante de automóveis BYD, a empresa de computação NVIDIA e o Twitter. Confira:

  1. TikTok – crescimento de 215%
  2. Snapchat – crescimento de 184%
  3. Kakao – crescimento de 161%
  4. AMD – crescimento de 122%
  5. BYD – crescimento de 100%
  6. Nvidia – crescimento de 100%
  7. Twitter – crescimento de 85%

Já quando o assunto são as marcas mais valiosas do mundo, a Apple é a grande campeã, com valor de US$ 355,1 bilhões, o maior já registrado no ranking Brand Finance Global 500. “A Apple comanda um nível incrível de fidelidade à marca, em grande parte graças à sua reputação de qualidade e inovação. Décadas de trabalho duro para aperfeiçoar a marca fizeram a Apple se tornar um fenômeno cultural, o que permite não apenas competir, mas prosperar em um grande número de mercados”, afirma Haigh.

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Na sequência, vêm a Amazon (US$ 350,3 bilhões), o Google (US$ 263,4 bilhões), a Microsoft (US$ 184,2 bilhões) e o Walmart (US$ 111,93 bilhões).

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Tecnologia

YouTube pode ganhar novas ferramentas de NFT, diz CEO

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YouTube pode ganhar ferramentas de NFT
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YouTube pode ganhar ferramentas de NFT

Susan Wojcicki, CEO do YouTube, afirmou na quarta-feira (26) que a plataforma pode implementar NFTs futuramente. A novidade viria como uma alternativa para os produtores de conteúdo ganharem dinheiro.

A CEO disse que o YouTube está “sempre focado em expandir o ecossistema para ajudar criadores a capitalizar em cima de tecnologias emergentes, como as NFTs”.  NFTs são ativos digitais que têm feito bastante sucesso, com negociações milionárias.

Qualquer item único pode ser comercializado como um NFT, inclusive vídeos do YouTube. No ano passado, o vídeo viral “Charlie bit my finger” foi leiloado  como ativo.

Se o YouTube permitir que os criadores de conteúdo realizem essas transações diretamente dentro da plataforma, o resultado pode ser lucrativo tanto para produtores quanto para a empresa, que provavelmente receberia comissões.

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