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2019, estamos prontos!

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2019, estamos prontos!

Quando os olhos se voltam para o setor agropecuário é sinal de que somos vistos, reconhecidos pela representatividade que temos


Créditos: Ascom Aprosoja

27 de Dezembro de 2018

*ANTONIO GALVAN

 

            Fazer parte do setor de produção de alimentos é motivo de orgulho para todo produtor rural, pois sabemos a responsabilidade que temos em nossas mãos. Garantir que o alimento chegue à mesa de milhares de pessoas, todos os dias, não é uma tarefa simples. A cadeia produtiva é vasta, complexa, cheia de percalços e desafios. Mas saber que contribuímos significativamente, com o planeta, nos motiva. Porém, de tempos em tempos quem produz alimentos é alvo de ataques, críticas, tentativas de paralisação ou inviabilização de sua atividade.

            Em 2018, vivemos esse cenário praticamente o ano todo. Não foram poucos os que se levantaram contra o setor. Não foram poucos os que questionaram a idoneidade dos produtores rurais. Desde a oscilação cambial, passando por questões climáticas, a greve dos caminhoneiros, tabelamento do frete, até questões com foco mais estadual como a discussão sobre a renovação do Fethab 2 e a chamada taxação do agronegócio, as incertezas – muitas das quais já estamos acostumados a lidar – só aumentaram.

            A Conab estimou uma produção de aproximadamente 120 milhões de toneladas de soja para esta safra (2018/2019). E, citando essa previsão destaco como as cifras, as toneladas, enfim, os números do agro parecem sempre causar espanto e impressionam aqueles que desconhecem o setor. E pergunto: por que não há interesse em conhecer e se aprofundar neste segmento da economia que é tão primordial?

            Por que é tão mais simples generalizar, se basear nas chamadas “fake news”, e em números irreais – como da renda do produtor, por exemplo -, ao invés de buscar conhecer a cadeia produtiva que, além de mover a economia, assegura o alimento nosso de cada dia?

            Entendemos que esse cenário precisa mudar. Por isso, temos buscado falar com a sociedade cada vez mais. Estamos abertos ao diálogo para mostrar que ser produtor rural no Brasil, em especial em Mato Grosso, não é ser uma casta que está acima do bem e do mal como tentam fazer com a nossa imagem.

            Para quem está acostumado a lidar com intempéries no campo, os debates na cidade não assustam, pelo contrário, fortalecem. Quando os olhos se voltam para o setor agropecuário é sinal de que somos vistos, reconhecidos pela representatividade que temos. Portanto, não criticamos aqueles que nos colocam no epicentro de alguns debates. Só pedimos, em nome dos produtores rurais e da diretoria da Aprosoja, respeito, verdade e seriedade na discussão.

            Estamos prontos para o novo ano!                     

            Mesmo com uma variação cambial que fez com que no período de compras de insumos, para esta safra, o dólar estivesse acima de R$ 4,00 e, hoje, justamente no momento em que precisamos comercializar a produção esbarramos no dólar abaixo dos R$ 4,00. Ou seja, contando com os custos de produção, não precisa ser especialista pra perceber que a rentabilidade será afetada. Mesmo com a discussão sobre a unificação do Fethab, ou qualquer outro tema relacionado à taxação.

            Mesmo diante de um novo governo, com novas ideias, com novas formas de agir, estamos confiantes que o agronegócio brasileiro seguirá firme na missão de abastecer as gôndolas, honrar os compromissos, contribuir com a balança comercial e fazer bonito dentro e fora do país. Jamais vamos nos furtar de nossas obrigações. Apenas queremos que haja coerência quando o assunto for relacionado à produção de alimentos.

            E que assim seja neste novo ano. Feliz 2019 a todos.

*ANTONIO GALVAN é produtor rural, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja).

 

 

Fonte: ANTONIO GALVAN


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

Email: [email protected]

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Após “luta” de 1h30, jaú de 150 kg é pescado e solto novamente no rio em Tangará

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Foto: G1

Uma “luta” travada entre pescador e peixe levou cerca de uma hora e meia. Mas não era qualquer peixe. O animal em questão trata-se de um jaú que pesa cerca de 150 quilos. Essa história, que não é conversa de pescador, aconteceu em Tangará da Serra no rio Sepotuba e foi destaque no noticiário de Mato Grosso.

O empresário Lucas Torrente e seus amigos é que pescaram o jaú de 150 kg. Entre fisgar o bicho e levá-lo ate um barranco, se passaram uma hora e meia. Depois de toda essa peleia, o peixão foi solto e voltou para as águas do Sepotuba.

De acordo com o biólogo da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), Valdo Troy, em entrevista concedida ao portal G1, um peixe deste peso é uma exceção e tem um papel essencial, que é controlar a população de peixes.

“Seria humanamente impossível brigar sozinho com um peixe daquele tamanho. Foi essencial a experiência junto com meus parceiros, porque o jaú é um peixe muito forte”, disse Lucas, que fisgou o bicho, ao portal. “Ele passava tranquilamente uns 150 kg. Se a gente submetesse ele a uma balança, poderia machucá-lo. Então, nós o soltamos e a dúvida ficou”, completou.

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FRANGO/CEPEA: Demanda externa cresce; preços sobem no Brasil

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Cepea, 08/04/2022 – A maior demanda internacional pela carne de frango motivou altas nos preços domésticos da proteína, segundo informações do Cepea. Com menor disponibilidade interna de muitos produtos, como peito e filé, vendedores seguem elevando as cotações, buscando garantir a margem frente ao custo de produção ainda alto. Além das exportações, o período de início de mês, com o recebimento do salário por parte da população, também favoreceu as altas nos preços. De acordo com dados da Secex, 385 mil toneladas de carne de frango foram exportadas em março, quantidade 13,3% acima da observada em fevereiro e ainda 4,8% maior que a exportada em março/21. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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