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Mato Grosso

1º Plano Estadual de Economia Solidária de MT é validado por Conselho

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O Conselho Estadual de Economia Solidária de Mato Grosso (Cesol MT) aprovou o Plano Estadual de Economia Solidária em reunião, na tarde desta quinta-feira (06), na sala de reunião Garcia Neto, no Palácio Paiaguás.

O Conselho, instituído pelo Decreto Estadual nº 598, de 15 de agosto de 2011, tem a competência de propor instrumentos para a implementação da Política Estadual de Fomento à Economia Solidária (Lei Estadual nº 8.936, de 17 de julho de 2008), atualmente coordenada pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf).

“É um marco histórico para a economia solidária em Mato Grosso que agora possui um norte claro para alavancar essa política no Estado. O Plano traz, de forma organizada,  as ações necessárias para fortalecer o setor, e essa organização facilita a busca por recursos”, afirma Corgésio Albuquerque, Secretário de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários.

O Plano conta com quatro eixos: produção, comercialização e consumo; financiamento: crédito e finanças solidárias; conhecimento; e ambiente institucional. “Os eixos são compostos de objetivos com indicadores e metas, diretrizes estratégicas e ações que foram construídas por uma comissão criada pelo Cesol MT tendo como um dos subsídios o Diagnóstico da Economia Solidária de Mato Grosso, elaborado de forma participativa e abrangendo todas as regiões do Estado”, explica Cenira Evangelista, Secretária Executiva do Conselho Estadual de Economia Solidária.

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Neuri Senger, representante do Fórum de Economia Solidária de Tangará da Serra, comenta que o Conselho agora tem o papel de realizar a gestão do Plano em conjunto com a Seaf nas etapas de monitoramento, avaliação e revisão. “É imprescindível que os conselheiros criem um sentimento de pertencimento em relação ao documento que vai contribuir para fortalecer e empoderar o Conselho, além de motivar os municípios a instituírem os conselhos municipais e construírem seus Planos Municipais de Economia Solidária.”

“A implementação do Plano não é responsabilidade somente do Governo do Estado, ela deve acontecer de forma conjunta envolvendo também o setor privado, empreendimentos da economia solidária, governos federal e municipais e a sociedade civil, todos têm o papel de dar visibilidade a esse documento com estratégias de mídia, mapeamento das oportunidades e engajamento de apoiadores e financiadores com um portfólio de projetos atrativo. Com o Plano aprovado, a próxima etapa é a inserção das ações do documento nos instrumentos de planejamento e orçamento dos órgãos e Secretarias do Governo do Estado”, explica George de Lima, Superintendente de Agricultura Familiar da Seaf.

A reunião do Conselho contou com a participação do técnico da Superintendência Regional do Trabalho de Mato Grosso, Antônio Rodrigues, que se dispôs a divulgar e buscar apoio junto ao Ministério do Trabalho e Emprego e demais instâncias federais pertinentes para a execução do Plano Estadual de Economia Solidária. Atualmente o Ministério do Trabalho e Emprego, via Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), é quem executa a política pública de Economia Solidária por meio das transferências de recursos aos estados, municípios, universidades e organizações da sociedade civil.

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“O Centro Público de Economia Solidária localizado na região central de Cuiabá pode tornar-se uma grande referência de Economia Solidária em Mato Grosso, com a comercialização da produção dos empreendimentos da economia solidária, realização de formação, cursos, espaços de discussão e demais eventos. É preciso que o Governo Federal e o Governo Estadual acelerem a reforma do prédio”, cobrou Elza de Oliveira, empreendedora da Economia Solidária que atuou no Centro desde a sua inauguração.

Economia Solidária

Expandiu-se pelo mundo devido à maneira com que vem se estabelecendo e mantendo os princípios mais fundamentais do conceito ampliado de sustentabilidade. Trata-se de uma alternativa que gera trabalho e renda por meio de atividades que combinam os princípios de autogestão, cooperação e solidariedade na produção de bens e de serviços, distribuição, consumo e finanças.


Em Mato Grosso existem várias atividades realizadas por organizações solidárias como cooperativas, associações, grupos solidários informais, redes de cooperação em cadeias produtivas e arranjos econômicos locais, bancos comunitários e fundos rotativos solidários. O Diagnóstico da Economia Solidária de Mato Grosso está disponível no link http://www.seaf.mt.gov.br/economia-solidaria.

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Mato Grosso

Detran-MT arrecada R$ 1,36 milhão com leilão de 628 veículos

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O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) encerrou na última sexta-feira (21.06) os lances para o terceiro leilão realizado pela autarquia neste ano. Foram arrematados 628 veículos, entre automóveis e motocicletas, divididos em 575 lotes, com arrecadação de R$ 1,36 milhão.

No total, a arrecadação do Estado foi de R$ 1,58 milhão, após o recolhimento da alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é de 17,5% sobre transações comerciais realizadas em Mato Grosso. O recolhimento do imposto estava previsto no edital do leilão e teve valor total de R$ 238 mil.

Com o fim do terceiro leilão, o Detran-MT possibilitou que cerca de 1,7 mil veículos retornassem para as vias públicas. O montante arrecadado com as três ações ultrapassa o valor de R$ 4 milhões, que são utilizados para a quitação de pendências fiscais dos veículos junto aos órgãos estaduais.

Prioridade de gestão

De acordo com o diretor de Veículos da autarquia, Augusto Cordeiro, a realização de leilões é apenas uma das ações para a promoção da limpeza dos pátios de remoção de veículos em todas as unidades. O quarto certame está previsto para ser realizado até o final do mês de julho.

“Temos realizado também a reciclagem de veículos considerados inservíveis, ou seja, que não possuem mais condições de trafegar pelas vias urbanas ou rurais. Desde janeiro foram descontaminados, prensados e destinados à reciclagem quase 7,2 mil automóveis e motocicletas. Nossa meta inicial era de 11 mil até o fim do ano, mas com certeza, iremos superá-la”, pontuou Cordeiro.

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A arrecadação com a reciclagem alcança o montante de R$ 500 mil. Somente em Cuiabá, foram reciclados 936 carros e motocicletas.

Cordeiro destacou que as ações, leilão e reciclagem, serão permanentes durante toda a gestão. “É uma prioridade. A limpeza dos pátios da autarquia, seja na sede, ou no interior do Estado, será uma prática recorrente nos próximos quatro anos. Apenas com os três leilões deste ano superamos e muito o que foi feito em toda a gestão passada, quando somente 236 veículos foram leiloados”, lembrou.

Somente na sede, localizada no Centro Político Administrativo, o número de automóveis e motocicletas removidos ao pátio alcançava o montante de 4,8 mil, em janeiro de 2019. Agora apenas 860 veículos, sendo 70% motos, permanecem no local.

Segundo o diretor de Veículos, Augusto Cordeiro, a previsão é de que em 90 dias o pátio na sede da autarquia esteja totalmente limpo. “Temos um projeto para transformar o local em um estacionamento para os contribuintes. Somente o pátio localizado no Distrito Industrial será utilizado para a remoção, onde é possível armazenar cerca de 400 veículos”, contou.

Foto: Marcos Vergueiro

Descontaminação e reciclagem

O processo exige uma correta descontaminação dos materiais como combustível, óleo e baterias. Somente após a descontaminação é que o veículo é prensado, e por ele oferecido o maior preço por quilo do material ferroso. O valor da venda é destinado aos cofres do Estado e a previsão é de que até o fim do ano, a arrecadação chegue a R$ 1,2 milhão e um total de 11 mil veículos reciclados.

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A descontaminação dos veículos teve início em janeiro deste ano, também para organizar e esvaziar os pátios das Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans), afastando, inclusive, criadouros de insetos. “Nosso principal foco com a limpeza dos pátios é justamente evitar que os veículos removidos tornem-se criadouros de insetos, além de contribuir com a preservação do meio ambiente, uma vez que materiais, como óleo ou combustível, não terão mais risco de vazar para o solo”, finalizou o presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos.

Foto: Christiano Antonucci

Confira o total da reciclagem e prensa de veículos nos municípios

Cuiabá: 936

Polo Cáceres

Rio Branco: 175

Jauru: 94

Pontes e Lacerda: 218

Vila Bela da Santíssima Trindade: 134

Comodoro: 136

Nossa Senhora Do Livramento: 96

Poconé: 316

Cáceres: 341

Mirassol Do Oeste: 257

Araputanga: 100

São José Do Quatro Marcos: 150 

Polo Juína

Juína: 142

Brasnorte: 163

Campo Novo Do Parecis: 277

Juara: 187

Tabaporã: 68

Porto dos Gaúchos: 126

Castanheira: 56

Sapezal: 297

Obs.: Colniza, Aripuanã e Cotriguaçu não tiveram veículos reciclados tendo em vista o período chuvoso.

Polo Tangará

Tangará da Serra: 967

Barra do Bugres: 503

Nova Olímpia: 175

Diamantino: 181

São José do Rio Claro: 140

Nortelândia: 81

Arenápolis:155

Nobres: 76

Jangada: 05 

Polo Rondonópolis

Rondonópolis: 1.608 (incluindo pátio da Ciretran e Delegacia-PJC)

Guiratinga: 192

Pedra Preta: 157


Jaciara: 363

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Parque Tecnológico promove mesa redonda sobre Economia Digital

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No próximo sábado (29.06), o Parque Tecnológico de Mato Grosso, em parceria com o Connect Mindset, realiza uma mesa redonda sobre o tema Economia Digital.

O evento ocorre na Arena Pantanal, a partir das 8h, no setor Oeste, 3º Andar.  As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui.

O coordenador do Parque Tecnológico, Rogério Nunes explica que estudos apontam que 22,5% da economia mundial está diretamente relacionada aos meios digitais. “Podemos afirmar que a era da inteligência em rede está transformando muitos aspectos da vida, criando assim uma nova sociedade política e uma nova economia”.

Rogério destaca que o mercado de economia digital está crescendo e a cada ano que passa ele ganha mais força. “É importante compreender o que isso significa, já que a economia digital pode estar presente em diferentes segmentos da economia e, provavelmente, pode ser aplicada no seu próprio negócio”.

Cronograma:

8h30 – Recepção, credenciamento e networking;

Talk 1 – Marcus Lisboa (Especialista em Políticas Públicas; Cripto Economia e Blockchain);

Talk 2 – Dirce Carvalho (Fundadora do Projeto Modeladas; Conferencista; Empresária do mercado de startups; Vice-presidente do grupo de empresas Shilo; Atmosfera Space Coworking; e Comunidade das Nações; Gestora de Inovação e Tecnologia);

10h – Coffee-break e Networking

Talk 3 – J. B. Carvalho (Conferencista e autor de 12 livros, ênfase na formação de líderes e no desenvolvimento de pessoas; Professor e apresentador do Programa “Você é Show”, transmitido pela TV Bandeirantes, Rede Gênesis e Rede Boas Novas; Diretor presidente da Editora Chara e do Instituto Filhos do Brasil);


10h30 – Considerações finais e encerramento.

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Fonte: GOV MT
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