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Saúde

1°Ano Oncologia Unimed: humanização e excelência no atendimento aos clientes

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A Unimed Vale do Sepotuba atua na região há 22 anos, conta com uma rede ampla de médicos especialistas, hospitais, clínicas e laboratórios, oferece atendimentos com segurança e cuidados diferenciados aos mais de 40 mil beneficiários.

Afim de manter a humanização e excelência nos atendimentos aos seus clientes, principalmente aos que necessitam realizar o tratamento de câncer, no ano de 2019 inaugurou o Núcleo de Oncologia e Centro de Infusão para atender Tangará da Serra e região. O desgaste físico e emocional para batalhar contra esta doença é enorme e ofertar este serviço aos seus clientes faz toda diferença.

Um ano depois os resultados do projeto acertado de expansão das atividades já podem ser vistos e vividos pelos beneficiários. Ao todo 202 pessoas já utilizaram os serviços, mais de 100 pacientes já receberam alta e seguem em acompanhamento médico, outros 68 continuam com tratamento humanizado e próximos de seus familiares.

O Núcleo de Oncologia e Centro de infusão da Unimed Vale do Sepotuba serviu ainda de referência em todo Estado de Mato Grosso. Atualmente a coirmã Unimed Cuiabá, baseia-se no sucesso obtido em Tangará da Serra para implantar os serviços na capital.

SINO DA ALEGRIA

No núcleo de Oncologia e Centro de Infusão da Unimed Vale do Sepotuba, quando o paciente termina seu tratamento, a equipe leva-o até o Sino da Alegria. Uma forma carinhosa de dizer ao paciente que ele venceu.

TRATAMENTO HUMANIZADO

Essa foi a proposta da Unimed Vale do Sepotuba desde o início da implantação dos serviços em Tangará da Serra. Além do câncer, outras patologias autoimunes são tratadas pelo núcleo, evitando o desgaste de longas viagens para tratamentos.

CAFÉ DA MANHÃ

Na manhã de quarta-feira 29/07, data em que completou 1º ano da inauguração do Núcleo Oncológico, os pacientes foram recebidos com um belíssimo café da manhã, reforçando o compromisso da cooperativa com a atenção individual a cada um dos pacientes . Para evitar aglomeração, porções foram colocadas em embalagens personalizadas, para que cada um pudesse levar para casa.

PALAVRAS DO MÉDICO

Dr. Cestênio Magalhães é médico oncologista clínico, natural de Recife – PE e veio para Tangará da Serra em 27 de Março de 2019 para dar início aos novos serviços da Unimed Vale do Sepotuba. “Quando cheguei em Tangará da Serra me deparei com uma equipe muito boa, interessada e preocupada em oferecer o melhor serviço. Estamos bem adiantados.” Para Magalhães o fator psicológico faz toda a diferença no tratamento de um paciente, não só nos casos de câncer, mas em qualquer tratamento. “Só o fato de estar tratando perto de casa, já ajuda bastante. Com a força dos familiares tudo fica diferente.” afirma

AVALIAÇÃO DO PRESIDENTE

Para o presidente da Unimed Vale Sepotuba, Dr. Ricardo Gonsales, o primeiro ano deve ser classificado como muito positivo. “Os resultados operacionais superaram muito as expectativas criadas para o primeiro ano. É notório a forma como conseguimos proporcionar melhor qualidade de vida aos beneficiários que fazem tratamento de câncer, e isso nos deixa muito felizes. Esperamos cada vez mais diminuir as distancias, atender mais e melhor, proporcionar qualidade de vida aos clientes Oncológicos bem como àqueles que utilizam nossos serviços de infusão para medicamentos especiais.”

Na frase usada para celebrar o 1° Ano, a Cooperativa ressalta que cuidar bem é estar junto em todos os momentos da vida. Esse é o Plano!

 

 

 

Fonte:Assessoria de Imprensa/Marketing

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 1.129 mortes em 24h; total é de 91,2 mil

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Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida
Alex Pazuello/Semcom

Veja atualização dos números da Covid-19 no Brasil


Ministério da Saúde atualizou nesta quinta-feira (30) a situação epidemiológica do Brasil. Em 24 horas, o País registrou 1.129 novas mortes causadas pela Covid-19. O total agora é 91.263. A taxa de letalidade caiu para 3,5%.


Já os casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2) totalizam em 2.610.102, sendo que 56.837 foram registrados nas últimas 24 horas. Dois desses novos casos são a primeira-dama, Michelle Bolsonaro , e o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes . Ambos foram diagnosticados hoje.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.


Na última quarta-feira (29), o  Brasil teve recorde de mortes em 24 horas e alcançou 90 mil óbitos  da Covid-19. O País chegou muito perto de atingir a marca de 1.600 mortes, com 1.595 da doença em um dia e passou o número registrado pelos Estados Unidos  no mesmo período. 

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 22.710 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 13.348 mortes, seguido por Ceará (7.661), Pernambuco (6.526) e Pará (5.699).

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (529.006), Ceará (171.468), Rio de Janeiro (163.642), Bahia (161.630) e Pará (153.350).


Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Estudo encontra carga mais alta de coronavírus em crianças do que em adultos

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BBC News Brasil

Foto aproximada de criança

EPA/DEDI SINUHAJI
Criança fotograda em Medan, Indonésia; autores de pesquisa no JAMA Pediatrics destacam que saber sobre potencial de transmissão das crianças é ainda mais importante com planos de volta às aulas e de uma eventual vacina

Um novo estudo, publicado nesta quinta-feira (30) no periódico JAMA Pediatrics, dá mais uma pista sobre aquela que tem sido uma das principais incógnitas da pandemia de coronavírus: qual é o papel das crianças na transmissão da doença?

Segundo os autores do trabalho , do Hospital Infantil Ann & Robert H. Lurie de Chicago, nos Estados Unidos, quando doentes, elas têm uma carga viral considerável que, a ser confirmado por novos estudos, pode significar uma capacidade relevante de transmitir a covid-19 .

Isto porque testes moleculares (PCR) encontraram em crianças doentes com menos de cinco anos mais fragmentos do material genético do vírus — mas não o vírus “inteiro”, é importante destacar — do que em crianças com 5 a 17 anos ou mesmo adultos.

Os pesquisadores do hospital americano reuniram amostras, retiradas do nariz, de 145 pacientes com covid-19 confirmada por PCR, com sintomas leves a moderados e no estágio inicial da doença — com no máximo sete dias de diagnóstico.

Estes pacientes pertenciam a três grupos: crianças com até cinco anos de idade (46 pacientes); crianças com cinco a 17 anos de idade (51 pacientes); e adultos com 18 a 65 anos (48 pacientes).

As amostras do primeiro grupo, das crianças mais novas, tiveram menor valores CT para PCR — uma medida técnica que indica os ciclos necessários para detecção de fragmentos do vírus. Ou seja, quanto menos ciclos para encontrar o material, isto é um indicativo de uma carga viral maior.

O valor CT mediano foi semelhante para crianças mais velhas (11.1) e adultos (11.0), mas significativamente mais baixo para crianças mais novas (6.5).

“Para tentar remover variáveis que pudessem causar confusão ou parcialidade, foram excluídos os pacientes que estavam mais doentes (precisando de suporte de oxigênio); que estavam assintomáticos; ou que tinham duração dos sintomas desconhecida ou maior que uma semana”, escreveu à BBC News Brasil Taylor Heald-Sargent, médica e autora principal do estudo, do tipo research letter (“carta de pesquisa”, em tradução livre, uma espécie de relato mais conciso de um estudo).

“Nosso estudo não examinou diretamente a replicação viral ou a transmissão do SARS-CoV-2, mas foi demonstrado para outros vírus que quantidades mais altas do patógeno podem aumentar a capacidade de transmissão. Isto aliado ao fato de que crianças pequenas são menos propensas a usar máscaras de forma consistente, manter boa higiene das mãos e evitar tocar a boca ou nariz, parece lógico (supor) que as crianças sejam capazes de transmitir o vírus a outras pessoas”, afirmou Heald-Sargent.

A publicação destaca que “conforme sistemas de saúde planejam a reabertura de creches e escolas, entender o potencial de transmissão das crianças será um guia importante para medidas públicas de saúde”, assim como para o planejamento de quais serão os públicos etários prioritários de uma eventual vacina, acrescentam os autores.

Presença do vírus, infecção e transmissão

Técnico trabalhando em laboratório, sentado diante de mesa com amostras

REUTERS/Cooper Neill
No estudo, o chamado valor CT foi semelhante para crianças mais velhas (11.1) e adultos (11.0), mas significativamente mais baixo para crianças mais novas (6.5)

Como apontou a pesquisadora, é importante lembrar que ter o material genético do vírus detectado no organismo é uma coisa; desenvolver sintomas, outra; e transmitir a doença para outras pessoas, também.

“Para ser sincera, nossos resultados nos surpreenderam e nos intrigaram. Não sei dizer por que as crianças pequenas têm níveis mais altos de RNA viral, mas são menos sintomáticas que as crianças mais velhas e os adultos”, afirmou à reportagem a autora do estudo.

“Já foi apontado que esses altos níveis do vírus podem ser capazes de desencadear uma resposta imunológica mais eficiente, impedindo a propagação do trato respiratório superior para o mais baixo — o que significa que as crianças podem ter apenas sintomas de resfriado e não desenvolver pneumonia. Também é possível que parte da patologia observada na covid-19 seja devida à própria resposta imune. Talvez as crianças mais novas tenham realmente um tipo diferente de resposta imune ao vírus, que não causa danos a órgãos como os pulmões.”

Comentando o estudo para a BBC News Brasil, Marcelo Otsuka, coordenador do comitê de Infectologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), destaca, primeiro, que o PCR captura fragmentos do vírus, e não o vírus em si — como seria possível com a análise de células em laboratório, o que não é tão comum ou acessível.

Assim, o material genético do patógeno pode até ser encontrado no corpo com o PCR, como foi feito no estudo, mas isso não significa que a doença se desenvolveu ou que ela pode ser transmitida.

Otsuka reconhece, porém, que os resultados do estudo no JAMA Pediatrics podem sim indicar maior carga viral e uma capacidade de transmissão relevante por crianças — ainda mais porque, no trabalho, foram considerados pacientes que estavam doentes e com quadros semelhantes, fossem eles adultos ou crianças.

“Em geral, crianças têm maior chance de não ter sintomas, ou de ter sintomas mais tranquilos. E, a princípio, quanto menor sintomatologia, menor carga viral, menor transmissão. Mas, nesse estudo, foram comparadas crianças com sintomas leves a moderados com adultos com sintomas leves a moderados. Foi o mesmo tipo de manifestação (da doença, entre crianças e adultos). Então, a criança pode transmitir igualmente. Não sabemos de algum fator que a impeça de infectar como adultos”, apontou o infectologista e pediatra, ressaltando também que o número de pacientes do estudo, 145, é relativamente pequeno.

“A criança transmite, mas precisamos de mais estudos para dizer o quanto.”

O infectologista, como os próprios autores do artigo, aponta também que há um fator que vai além das células e laboratórios e que pode ter minimizado, no mundo real da pandemia, o papel dos pequenos como transmissores.

“Se tem alguém que está fazendo isolamento são as crianças, principalmente as pequenas. Por estarem mais em casa, isso pode ter reduzido muito a infecção nesta faixa etária”, diz Otsuka, lembrando por exemplo que são os adultos que saem de casa para ir ao mercado ou desempenhar outras atividades essenciais durante a pandemia.

O artigo no JAMA Pediatrics diz também que “relatos iniciais não encontraram evidências fortes de que as crianças sejam contribuidoras significativas para o alastramento do SARS-CoV-2, mas o fechamento das escolas no início da pandemia acabou afastando (a produção de) pesquisas de larga escala sobre estes lugares como fonte de transmissão comunitária”.

Duas crianças juntas em um patinete na rua, passando ao lado de um grafite com boneco se protegendo do coronavírus

REUTERS/Willy Kurniawan
Crianças brincam na Indonésia; isolamento delas, com fechamento de escolas e menor necessidade de ir à rua como adultos, pode explicar papel menor na transmissão

Otsuka aponta que há sinais de que crianças menores do que um ano podem apresentar maiores vulnerabilidades à covid-19 por conta de um sistema de defesa ainda em formação, conforme ele e colegas têm observado no Hospital Infantil Darcy Vargas, em São Paulo — aspectos clínicos registrados ali foram inclusive disponibilizados recentemente na plataforma de pré-publicação (sem revisão dos pares), medRxiv.

Presidente do departamento de infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Marco Aurélio Sáfadi também destaca que “muitas vezes o RNA reflete um vírus que não é viável para infecção”, sugerindo cautela com os resultados obtidos via PCR. Ele também aponta que não se pode ignorar os vários estudos que vêm minimizando a função das crianças como vetores da covid-19.

“Quando você vai para o mundo real, os estudos que tentam investigar o papel das crianças na transmissão são praticamente unânimes em destacar que crianças (abaixo de 10 anos) têm desempenhado um papel menos relevante na transmissão. Eles mostram que obviamente as crianças podem transmitir, mas são os adultos jovens os principais vetores de transmissão”, diz Sáfadi, professor de infectologia e pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Publicado no início do mês na revista científica Pediatrics , um destes estudos mostrou, a partir do de um rastreamento feito pelo Hospital Universitário de Genebra com 111 adultos que tinham tido contato com crianças infectadas, que apenas em 8% dos casos, a criança desenvolveu sintomas primeiro — ou seja, possivelmente tendo sido a origem da cadeia de transmissão. Grande parte dos casos foram de ciclos iniciados com adultos manifestando sintomas.

O médico destaca ainda o conhecimento que se tem sobre crianças e a transmissão de outras doenças — e que pode também ajudar com pistas sobre o que acontece na covid-19.

“Para a influenza, as crianças são claramente vetores de transmissão importantes na comunidade. O próprio vírus que causa a bronquiolite, também”, diz, se referindo neste caso ao vírus sincicial respiratório (VSR), também citado pelos autores do JAMA Pediatrics como um histórico importante a se considerar.

“Por outro lado, outros coronavírus, como os da Sars (síndrome respiratória aguda grave) e Mers (síndrome respiratória por coronavírus do Oriente Médio, na sigla em inglês), não tiveram nas crianças uma fonte importante de transmissão. Então, este também pode ser um comportamento de classe dos coronavírus.”

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Fonte: IG SAÚDE

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