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Economia

15ª maior empresa de publicidade, agência DM9 vai fechar as portas

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Em crise, agência DM9 deve fechar as portas em breve
Divulgação/DM9

Em crise, agência DM9 deve fechar as portas em breve

A agência DM9 deve fechar suas portas em breve. É o que aponta uma apuração do jornal O Estado de S. Paulo,
 divulgada nesta quarta-feira (19) que descobriu que a marca não aguentou a crise após correr o risco de perder seus principais clientes.

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De acordo com a publicação, a empresa, que já sofre alguns anos com a perda de clientes e de relevância no mercado, sofreu um baque ao perder sua conta do Banco Itaú. Além disso, outros dois grandes parceiros, o McDonald’s e a rede de hipermercados Walmart, também anunciaram que abririam oportunidades para a concorrência e que poderiam deixar a agência DM9
 no ano que vem.

 O jornal apurou que os problemas da empresa, que atua na área há 29 anos e é considerada a 15ª maior do setor segundo com um levantamento do Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) Inteligência, começaram há cerca de cinco anos. Na época, Sérgio Valente, executivo da DM9DDB, deixou a agência para seguir para a Rede Globo.

Desde então, a companhia passou por diversas gestões e, desde 2015, foi comprada, junto com o Grupo ABC,  pela Omnicom. Somente entre janeiro e setembro deste ano, de acordo com o Ibope, a DM9 possuia compras de mídia estimadas em R$ 1,3 bilhão.

Com o fechamento da empresa de publicidade
, a agência Sunset, que também pertence à Omnicom, vai herdar os clientes, passando a se chamar SunsetDDB. Marcas como Perdigão e Johnson & Johnson estão neste pacote.

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Em nota, o publicitário  Nizan Guanaes, que foi sócio e co-fundador do antigo Grupo ABC, disse que o papel da DMP na propaganda mundial “é patrimônio eterno do Brasil”. Ele também colocou boas expectativas no lançamento da nova empresa. “A SunsetDDB chega usando o universo infinito dos dados com a força infinita da criatividade”, disse.

Problemas da agência DM9 começaram há cinco anos


DM9
Divulgação/DM9

DM9

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Ainda de acordo com a reportagem, Guanaes também tentou ajudar no processo de recuperação da agência DM9
. Afastado há alguns anos, ele voltou para a companhia como um consultor, mas, na prática, estava no comando. Segundo informações, a empresa chegou a atender clientes que podia inciar os pagamentos dentro de até um ano para tentar alavancar os negócios.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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